Empregados domésticos agora são artigos de luxo

A profissão de doméstica está mais valorizada. Além da ampliação dos direitos trabalhistas, há uma carência de profissionais no segmento, o que tem elevado os salários. Uma opção para as pessoas que não querem assumir obrigações trabalhistas é contratar o serviço de faxineiras ou ainda de empresas especializadas. A House Shine. Instalada no Brasil desde agosto de 2012, foi pioneira ao trazer para o Brasil o conceito de venda de pacotes de limpeza para residências. Basta contratar o pacote de quatro horas, por exemplo, para receber em casa duas profissionais, munidas de todos os equipamentos e produtos necessários para realizar uma limpeza profunda em todo o imóvel.
“A House Shine veio com o objetivo de profissionalizar este setor, oferecendo diferenciais através de produtos, ferramentas e metodologias de limpeza, que garantem um espaço limpo de forma eficiente e extremamente profissional”, afirma a diretora da House Shine, Lilian Esteves. Os diferenciais dos serviços comercializados pela House Shine estão em diversos detalhes. As profissionais mapeiam o imóvel para planejar a limpeza em cada cômodo e utilizam metodologias inteligentes e funcionais, como a de usar quatro tipos diferentes de panos, um de cada cor e destinado para diferentes ambientes e funções. O pano que tira pó, por exemplo, é importado da Alemanha e possui tecnologia eletroestática capaz de reter o pó em proporções bem maiores que os panos convencionais. O capricho também é outro diferencial, como o lacre que é colocado nos vasos sanitários após a higienização ou o pano especial para lustrar vidros e metais. Afora todos os atributos da empresa, o serviço é realizado por duas profissionais em apenas quatro horas. Já são 250 unidades House Shine espalhadas por todo o país. Entre os principais motivos que impulsionaram o bom desempenho da companhia, está o rápido desenvolvimento do setor de limpeza profissional no Brasil. Segundo a ABIPLA (Associação Brasileira das Indústrias de Produtos de Limpeza e Afins), o segmento obteve em 2011, crescimento de mais de três pontos percentuais acima do PIB, atingindo 6,7%. O resultado corresponde a um faturamento de R$ 14,4 bilhões num segmento que emprega mais de 21 mil pessoas no país.

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