Empreendedores criam nova rede social

A disseminação do uso das redes sociais vem criando ferramentas cada vez mais segmentadas de aproximar, via internet, pessoas com interesses comuns. Uma das criações mais bem-sucedidas dos últimos tempos é o Pip.pe, uma rede social de gastronômia que busca integrar pessoas interessadas em dividir receitas culinárias e de drinques, além de compartilharem dicas de cozinha.
Lançada em novembro passado, em Santa Catarina, após dois anos de desenvolvimento da plataforma, a rede do Pip.pe já conta com mais de 36 mil usuários e vem se popularizando junto ao público especializado de chefs de cozinha e blogueiros, além dos muitos amantes da cozinha espalhados pelo mundo. “O Pip.pe é uma plataforma global e de conceitos simples e muito fáceis de serem assimilados”, diz o administrador Guido Jackson, que criou o Pip.pe em sociedade com o designer Rodrigo Boscani de Freitas e o engenheiro Thomaz Palma Santos.
Aproveitando-se do hábito já consolidado das pessoas em publicar fotos e comentários sobre suas refeições em outras redes sociais como Facebook e Instagram, o Pip.pe criou uma plataforma específica para organizar e potencializar a visibilidade destas postagens, com espaço para fotos, receitas e o ordenamento delas em categorias de bebidas, doces e salgados.
O resultado é um valioso acervo de receitas que cresce a cada dia, pela mão dos milhares de “mestres-cucas” de diversas procedências que contribuem com as suas criações culinárias.
A estratégia de reunir pessoas dentro de um interesse com tantas possibilidades e adeptos à gastronômia é a aposta dos idealizadores do Pip.pe para o crescimento do site, que é o primeiro do gênero no mundo. “As redes sociais tradicionais não foram formatadas para a postagem de receitas e elas acabam se perdendo na timeline dos usuários”, explica Guido.
Segundo o empreendedor, que acaba de voltar de uma viagem ao Vale do Silício, a proposta tem valor no mercado global.
“Nos Estados Unidos, a cultura da inovação é muito mais facilmente adotada pelas pessoas que têm muita familiaridade com a internet e, principalmente, a cultura de cozinhar em casa, colecionar receitas, enfim, todo o envolvimento com as refeições é muito mais desenvolvida e praticada do que no Brasil. Estamos avaliando a possibilidade de adiantar o cronograma de internacionalização do Pip.pe.

Qual sua opinião? Deixe seu comentário

Gostou do Conteúdo? Assine nossa Newsletter

Compartilhe:

Facebook
Twitter
LinkedIn
Telegram
WhatsApp
Email

Compartilhe:

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no telegram
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no email