Dólar registra decréscimo de 1% e fecha cotado para venda a R$ 1,887

Nas casas de câmbio paulistas, o dólar turismo foi cotado a R$ 2 (valor de venda), em baixa de 1,47%. Em seu leilão diário de compra, o Banco Central adquiriu moeda a R$ 1,8869 (taxa de corte).
O risco-país, medido pelo índice Embi+ (JP Morgan), despencou 8% e marcava 173 pontos no final da tarde. O mercado viveu um dia de “alívio” em relação à crise dos créditos imobiliários “subprime” (de segunda linha) dos EUA. Teme-se que os problemas de inadimplência nesse setor contaminem o restante da economia americana, provocando uma contração geral de crédito e afetando o consumo.
O Federal Reserve (banco central dos EUA), no entanto, não ratificou essa visão mais pessimista dos investidores, em seu “statement” (comunicado) divulgado ontem. Uma boa parcela dos investidores enxergou que a autoridade monetária americana considerou que melhoraram as condições da economia dos Estados Unidos.
Na quarta-feira, a notícia de o volume de empréstimos hipotecários aumentou 8,1% nos EUA, na semana encerrada no dia 3, ajudou a melhorar o tom dos negócios.
“Com qualquer sinal de mudança, quando a situação melhora um pouco, o mercado já volta a vender e o câmbio segue a tendência predominante de queda”, avalia Nélson Moraes, gerente da mesa de câmbio da corretora Fluxo.

Juros futuros

O mercado futuro de juros cedeu, ainda refletindo o “alívio” com o Fed.
O contrato para janeiro de 2008 projetou juro de 11,06% contra 11,11% anterior. No contrato de janeiro de 2009 a taxa projetada recuou de 11,07% para 10,99%. E no contrato de janeiro de 2010 a taxa negociada retraiu de 11,24% para 11,13%.

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