Dólar fecha cotado a R$ 1,92, em alta de 1,1%

O preço da moeda americana teve um repique, após seis dias de baixa. O dólar comercial é negociado a R$ 1,921 para venda, em alta de 1,10%, nos últimos negócios de ontem. Nas casas de câmbio paulistas, o dólar turismo foi cotado a R$ 2,040 (venda), um avanço de 0,99% sobre a cotação final de sexta-feira.
O Banco Central já está a mais de um mês ausente do mercado de câmbio, sem realizar seus leilões de compra de moeda. Quando a moeda caiu abaixo do “piso” de R$ 1,90, profissionais de corretores esperavam que a autoridade monetária voltasse a intervir nos negócios.
Entre as principais notícias do dia, a balança comercial teve superávit de US$ 29,179 bilhões no acumulado deste ano até a segunda semana de setembro. O saldo está 4,5% abaixo do desempenho registrado no mesmo período do ano passado.
O boletim Focus, preparado pelo Banco Central, os analistas mantiveram mais uma vez ainda a projeção sobre a cotação do dólar em R$ 1,90 para dezembro.
O mercado futuro de juros apontou taxas mais altas. No contrato de janeiro de 2008, a taxa projetada subiu de 11,08% na sexta-feira para 11,09%. No contrato de janeiro de 2009, a taxa projetada avançou de 11,52% para 11,58%. E no contrato de janeiro de 2010, a taxa projetada passou de 11,69% para 11,78%.

Bovespa fecha em queda

A apreensão com o Federal Reserve (BC dos EUA) pesou nos negócios de ontem da Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo), sintonizada com as bolsas estrangeiras.
O Ibovespa, principal indicador da Bolsa brasileira, encerrou o dia em baixa de 0,6%, aos 54.340 pontos. Nos EUA, a Bolsa de Nova York, maior referência externa dos negócios no Brasil, sofreu perdas de 0,29%, aos 13.403 pontos.
O volume financeiro foi de R$ 5,91 bilhões. Somente o exercício de opções movimentou R$ 2,43 bilhões. Deste total, R$ 2,34 bilhões foram opções de compra e R$ 97 milhões em opções de venda.
Opções são contratos de compra ou venda de ativos (no caso de ontem, ações).
A opção mais negociada (R$ 312,1 milhões) foi o contrato para compra de Petrobras PN a R$ 51,58. A segunda mais líquida (R$ 239,4 milhões) foi a opção de compra de Vale PNA a R$ 39.

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