Dólar fecha a R$ 1,861, com volta do Banco Central aos leilões

O dólar comercial foi negociado a R$ 1,861 para venda, com retração de 0,42%, nas últimas operações. Nas casas de câmbio paulistas, o dólar turismo foi cotado a R$ 1,980 (venda), com declínio de 1%. A taxa de câmbio teve um dia relativamente instável, oscilando entre a cotação máxima de R$ 1,881 e a mínima de R$ 1,859 durante os negócios de terça-feira.

O Banco Central voltou a realizar seus leilões de “swap” cambial reverso, com o objetivo de renovar contratos que vencem no dia 1º de outubro. O contrato permite uma troca (“swap”) de riscos entre quem emite e quem toma o papel. Quem emite -o BC- assume o risco cambial, enquanto quem toma fica exposto à variação de juros. O leilão de contratos de “swap” cambial reverso equivale a uma aquisição de moeda no mercado futuro, o que costuma pressionar as cotações da moeda americana. Profissionais de corretoras, no entanto, afirmaram que o mercado pouco reagiu à ação da autoridade monetária e foi predominante vendedor de moeda.

No leilão, a autoridade monetária conseguiu “rolar” todos os lotes de contratos oferecidos: repassou 16.300 contratos à taxa nominal de 6%; 12.600 contratos, à 6,06%; 8.600, à 5,95%; e 9.100, à 5,78%. Para alguns analistas de mercado, o retorno dos leilões de swap reverso é um si-nal de que a autoridade monetária deve retomar a ação diária de compra de moeda, interrompida desde o dia 14 de agosto. Para outra parcela de analistas, o BC está cauteloso e não deve voltar às compras antes de ter uma visão clara sobre a extensão da crise dos créditos “subprime”.

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