10 de abril de 2021

Dólar fecha a R$ 1,74 em dia de poucos negócios

Profissionais de corretoras apontaram que o volume de negócios foi bastante reduzido durante o dia, intervalo de um feriado nacional e o final de semana

O dólar comercial foi negociado a R$ 1,747 para venda, em alta de 0,74%, nas últimas operações da sexta-feira.
Nas casas de câmbio paulistas, o dólar turismo foi cotado a R$ 1,860 (venda), com avanço de 0,54%.

Profissionais de corretoras apontaram que o volume de negócios foi bastante reduzido durante o dia, intervalo de um feriado nacional e o final de semana, o que fez vários grandes clientes do mercado de câmbio operaram em esquema de plantão. Logo nos primeiros ne­gócios, a taxa de câmbio foi pressionada, num reflexo do nervosismo dos investidores com dados negativos da econo­mia americana.
Perdas bilionárias de conglo­merados financeiros nos Es­ta­dos Unidos e na Europa também contribuíram para deixar o investidor mais sensível ao risco, o que sempre agrega instabilidade aos negócios com a moeda americana.

O BC entrou no mercado de câmbio por volta das 15h e adquiriu dólares a R$ 1,7439 (taxa de corte). A autoridade monetária retomou a prática de intervenções diárias desde o dia 8 de outubro. Desde essa data, a taxa de câmbio recuou de R$ 1,818 para R$ 1,734 (fechamento de quarta-feira).

O mercado futuro de juros, que baliza as tesourarias dos bancos, ajustou para cima as taxas projetadas para 2008 e 2009 e 2010. Entre os contratos mais negociados, a taxa projetada para abril de 2008 passou de 11,18% para 11,19%; no contrato de janeiro de 2009, a taxa projetada subiu de 11,49% para 11,50%; no contrato de janeiro de 2010, a taxa projetada avançou de 11,86% para 11,88%.

Preço do petróleo

O preço do barril do petró­leo voltou a romper a casa dos US$ 95 (referência de No­va Ior­que) nos negócios, com­ investidores temerosos com­ a fal­ta de indícios de que Opep (Or­ganização dos Países Ex­portadores de Petróleo) de­ve aumentar a produção da commodity. Também contri­buiu para o nervosismo do mer­ca­do o quadro geopolítico no Ori­ente Médio.

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