Dólar fecha a R$ 1,635 e acumula valorização de 4,6% no mês

O dólar comercial foi negociado a R$ 1,635 na venda nas operações finais da sexta-feira. O valor representa um acréscimo de 0,18% sobre a taxa anterior. No mês, a valorização acumulada é de 4,6%. Nas casas de câmbio paulistas, o dólar turismo foi cotado a R$ 1,750, estável sobre a cotação de quinta-feira.
A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) operou com queda de 0,97%, para os 55.834 pontos. O giro financeiro foi de R$ 3,37 bilhões.
Corretores de câmbio lembram que, no final de mês, o mercado de câmbio vive a tradicional disputa entre “comprados” (que ganham com a alta da cotação) e “vendidos” (que ganham com a baixa). Os termos se referem à posição assumida por agentes financeiros no mercado futuro de câmbio.
Esses agentes entram no mercado à vista para influenciar a formação da Ptax, a taxa calculada pelo Banco Central, que serve de referência para a liquidação de contratos futuros de dólar na BM&F (Bolsa de Mercadorias & Futuros).
Essa movimentação quase sempre causa uma volatilidade atípica nos negócios do câmbio doméstico.
Profissionais das mesas de operações também relatam a perspectiva de que a taxa calculada pelo BC volte a rodar na casa dos R$ 1,60, com a expectativa de que os investidores estrangeiros, que passaram os últimos três meses vendendo ações, comecem a voltar para a Bolsa de Valores, atraídos por “oportunidades”: papéis de grandes empresas castigados pelo trimestre de perdas do mercado acionário.
O Bacen promoveu seu leilão diário de câmbio às 12h04 de sexta-feira e aceitou ofertas pela moeda americana por R$ 1,6325 (taxa de corte). Até quinta-feira, as reservas internacionais estava em torno de US$ 205.338 bilhões.

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