Dólar comercial fecha em baixa de 0,37%, e cotação vai a R$ 1,84

Depois de passar quase todo o dia em alta, o dólar comercial fechou na terça-feira em baixa.
A moeda americana encerrou negócios vendida a R$ 1,843, com queda de 0,37% sobre o fechamento de anterior. O dólar turismo, por sua vez, fechou estável, vendido a R$ 1,96 nas casas de câmbio paulistas.
Já o Ibovespa (Índice Bovespa, principal indicador da Bolsa paulista) recuava 1,92%, para 55.906 pontos, às 16h37 (em Brasília). O giro financeiro era de R$ 4,703 bilhões.
O mercado aproveita o dia para realizar lucros, já que o Ibovespa apresentou alta em sete dos últimos oito pregões, acumulando neste período um ganho de 5,76%. O mesmo movimento ocorre nas Bolsas americanas. Mas os investidores americanos também se retraem devido ao início da reunião do FED (Federal Reserve, o BC americano) para definir a nova taxa de juros daquele país.
O resultado da reunião será divulgado na tarde desta quarta-feira. O mercado se preocupa porque, com as recentes indicações de melhora na economia americana e com a inflação em queda, há a possibilidade de que o FED resolva elevar os juros, atualmente em uma faixa entre zero e 0,25% ao ano. O índice Dow Jones apresenta queda de 0,77%, enquanto o tecnológico Nasdaq Composite tem perda de 0,84%.
Os dados macroeconômicos divulgados ontem na China -país que se colocou como uma das locomotivas para a economia mundial sair da crise- poderia dar o fôlego necessário para que as Bolsas mundiais se mantivessem em alta, mas não vieram fortes o suficiente.
“Causou certa precaução o fato de a produção industrial chinesa ter avançado 10,8% em julho, um número robusto, porém abaixo das projeções (11,5%). Para calibrar, as vendas no varejo dispararam 15,2%.
De um modo geral, os números podem acabar limitando o temor dos mercados de aperto monetário na China”, disse Miriam Tavares, diretora de câmbio da corretora AGK, em nota a clientes.
Entre as notícias internas, o destaque fica para o resultado do Itaú Unibanco. O banco encerrou o segundo trimestre deste ano com lucro líquido de R$ 2,571 bilhões, contra um lucro pró-forma de R$ 2,797 bilhões em igual período do ano passado – queda de 8%.

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