Dívisa dos EUA fecha cotada a R$ 1,806, em alta de 1,46%

O dólar comercial foi negociado a R$ 1,806 para venda, em alta de 1,46%, nos últimos negócios desta sexta-feira. Trata-se da maior cotação dos últimos 30 dias. Nas casas de câmbio paulistas, o dólar turismo foi cotado a R$ 1,920 (venda), com acréscimo de 1,58%.

O Banco Central realizou novo leilão de câmbio e adquiriu moeda à cotação de R$ 1,7985 (taxa de corte). O nível de reservas internacionais, que reflete as compras do BC, atingiu US$ 176.14 bilhões (dia 22). A taxa de risco-país marca 236 pontos, um acréscimo de 0,85% sobre a pontuação final.

Operadores de corretoras destacam o nervosismo dos investidores com as turbulências da economia americana.
“Crise imobiliária nos EUA, queda do dólar no mundo inteiro e alta recorde do petróleo são justamente os ingredientes que vigoravam na época em que o S&P 500 (índice de ações americano) caiu muito no 1987. Essa cobinação deixa os profissionais de mercado muito avessos a risco, e não tem como os emergentes não serem afetados com esse tipo de situação”, afirma Mário Paiva, analista da corretora Liquidez.

O mercado futuro de juros, que baliza as tesourarias dos bancos, ajustou para cima as taxas projetadas para 2008 e 2009, com exceção de 2010.

Entre os contratos mais negociados, a taxa para abril de 2008 passou de 11,19% para 11,20%; no contrato de janeiro de 2009, a taxa projetada subiu de 11,47% para 11,48%; no contrato de janeiro de 2010, a taxa projetada cedeu de 11,88% para 11,87%.

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