17 de agosto de 2022
Prancheta 2@3x (1)

Dilma defende rearmamento como atitude de proteção para o país

“O Brasil é um país pacífico e com a cultura de resolver os conflitos sempre através do diálogo, não com guerras, mas há uma modificação da situação do Brasil no cenário internacional’, disse ela em entrevista coletiva para correspondentes estrangeiros

“O Brasil é um país pacífico e com a cultura de resolver os conflitos sempre através do diálogo, não com guerras, mas há uma modificação da situação do Brasil no cenário internacional’, disse ela em entrevista coletiva para correspondentes estrangeiros.
Com um país continental, uma fronteira terrestre que supera 15 mil quilômetros e uma costa marítima com mais de 8.000, existe a obrigação, segundo a ministra, de desenvolver uma atitude de proteção ao território não agressiva, mas defensiva.
“Toda a política de rearmamento tem esse caráter defensivo. Temos a Amazônia e agora uma riqueza inequívoca que é o pré-sal”, disse ela.
Outro ponto abordado pela ministra para explicar as recentes compras de armas do Brasil à França referiu-se à defesa da fronteira terrestre, por causa do tráfico de drogas, armas e outras atividades ilegais.
A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, favorita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para sucessão na eleição de 2010, confia que o candidato do governo aproveitará a boa imagem do líder na campanha.
“Qualquer que seja o candidato do governo do presidente Lula, tem grandes perspectivas para mostrar que fizemos um excelente trabalho”, disse a ministra Dilma, em entrevista coletiva com correspondentes estran-geiros em São Paulo.
A ministra destacou que embora o presidente tenha 80% de aprovação nas principais pesquisas divulgadas nas últimas semanas, também o conjunto do governo desfruta de 70% de popularidade, o que classificou de algo muito significativo. As últimas pesquisas sobre intenções de voto apontam Dilma com percentuais entre 14% e 18%, em função de quem for o concorrente, sempre atrás do opositor José Serra (PSDB), governador de São Paulo, que aparece como favorito com 34% do apoio popular.
Durante o encontro, a ministra insistiu que o panorama vai mudar quando de fato começar a campanha eleitoral e a exposição dos candidatos tenha as mesmas proporções.
“O melhor das eleições é que ninguém pode antecipar o resultado”, comemorou Dilma, lembrando que é prudente esperar que as urnas sejam abertas e os votos contados.

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