11 de agosto de 2022
Prancheta 2@3x (1)

Desemprego atinge em novembro o menor nível do ano

A taxa de desemprego nas seis principais re-giões metropolitanas do Brasil ficou em 7,4% em novembro, contra 7,5% do total do mercado de trabalho nessas regiões em outubro

A taxa de desemprego nas seis principais re-giões metropolitanas do Brasil ficou em 7,4% em novembro, contra 7,5% do total do mercado de trabalho nessas regiões em outubro. Os dados foram divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Trata-se do melhor resultado para um mês de novembro desde o início da série histórica, em 2002.
Em relação a novembro do ano passado (7,6%), o índice caiu 0,2 p.p. (ponto percentual). O rendimento médio real dos trabalhadores ocupados ficou praticamente estável (variação negativa de 0,1%) em relação a outubro, na média de R$ 1.353,60.
Na comparação com igual período em 2008, foi constatada alta de 2,2%.
O contingente de desocupados totalizou 1,7 milhão de pessoas no total das regiões pesquisadas. Na comparação com outubro, houve queda de 2,3%; já em relação a novembro de 2008, verificou-se crescimento/retração de 2,6%.
A população ocupada somou 21,6 milhões de pessoas, aumento de 0,5% em relação a outubro. Na comparação com novembro do ano passado, houve queda de 0,7%.
Por setores, a indústria registrou estabilidade na oferta de vagas em relação a outubro. Na comparação com novembro de 2008, houve redução de 1,9% (ou um corte de 70 mil vagas).
Já na construção, foi verificado aumento de 0,7% sobre outubro (ou 11 mil vagas), e de 1,7% em relação a novembro do ano passado (ou 26 mil vagas). No comércio, houve um aumento em torno de 0,8% (ou 32 mil vagas) na oferta de empregos frente a outubro, e estabilidade frente a novembro de 2008.

Renda atinge média recorde

O trabalhador brasileiro vem recuperando as perdas em relação ao rendimento ao longo dos últimos anos, e em 2009, já registra o melhor nível da série histórica iniciada em março de 2002, segundo dados da PME (Pesquisa Mensal de Emprego) do IBGE.
Do mês de março ao mês de novembro deste ano, a renda média do trabalhador brasileiro foi de R$ 1.345,18, alta de 0,5% sobre a média de R$ 1.338,61, observada em igual período em 2002.
Se for avaliado o perío-do do mês de janeiro ao mês de novembro, a média de 2009 foi de R$ 1.347,83, alta de 3,4% frente aos R$ 1.303,51 registrados em período correspondente em 2008, melhor média até então.
Para o coordenador da PME, Cimar Azeredo, a inflação mais controlada e, principalmente, o aumento do salário mínimo, têm influência direta no comportamento da renda do trabalhador.
“O bom resultado do rendimento já vem de uma trajetória iniciada em 2005. O aumento do salário mínimo e o controle do processo inflacionário foi o que sustentou o rendimento em um patamar mais elevado, fazendo com que o rendimento em 2009 seja o maior da série”, disse.
Em termos mensais, a renda recorde foi constatada em julho de 2002, quando o trabalhador recebia, em média, R$ 1.378, 32. Em novembro deste ano, a renda média foi de R$ 1.353,60, o que indica o melhor novembro da série histórica.
O melhor nível da renda em relação ao ano passado não é acompanhado pelo desempenho da taxa de desocupação, que encontra-se praticamente estável em relação a 2008. De janeiro a novembro, a taxa de desemprego média foi de 8,2%.

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