Cummins capacita técnicos para garantir bons negócios no AM

Responsável por cerca de 50% dos grupos geradores locados na região Norte, a empresa Cummins Power Generation, maior fabricante independente de motores diesel do mundo, realiza hoje o programa Open Energy Day no Novotel Manaus, um conjunto de palestras técnicas para engenheiros, projetistas, arquitetos e técnicos da área nas principais capitais do país. Esse ano, o evento já ocorreu nas cidades de São Paulo, Curitiba, Belém e Recife.
Segundo o gerente de vendas da empresa, Flávio Mello, a má instalação, a aplicação incorreta e a manutenção inadequadas trazem sérias consequências aos usuários dos geradores, daí a importância do programa. “Constatamos no mercado uma dificuldade dos profissionais para o uso adequado dos equipamentos, fundamental para garantir o suprimento de energia”, afirmou.
“A falta de qualidade nas informações fornecidas por alguns instaladores, e até de fabricantes, para os clientes finais, levou a divisão de energia da companhia a reeducar o pessoal da área, visto ser o grupo gerador um equipamento importante para a segurança do cliente”, observou Mello, ressaltando que quanto maior o volume de informações e mais capacitada for a pessoa, maiores serão os critérios na hora de selecionar os fornecedores. “Com isso, as empresas passam a contar com produtos confiáveis”, disse.

Expectativa de crescimento

No ano passado, a Cummins obteve um faturamento de US$ 60 milhões no mercado doméstico, com 2.800 grupos geradores vendidos. Para 2007, a perspectiva é produzir 3.000 unidades e faturar US$ 62 milhões, ou seja, mais de R$ 125 milhões. A companhia tem capacidade para produzir 5.000 unidades por ano.
Com 32 distribuidores na América Latina, e presente no Brasil desde 1971, a empresa atualmente opera em 197 países. Em Manaus, a Cummins atua há mais de dez anos e tem como clientes a Ceam (Companhia Energética do Amazonas), o Hospital Universitário Getúlio Vargas, a Videolar, entre outros.
Segundo a supervisora de marketing da Powertech Comercial, Denilsi Gonçalves, os equipamentos comercializados pela distribuidora Cummins na região Norte, a exemplo das outras do país, têm capacidade de funcionar com 5% de biodiesel misturado ao óleo diesel (o chamado B5). A legislação brasileira prevê para 2008 a obrigatoriedade da mistura na proporção de 2% (o combustível B2).

Sistema econômico

O governo federal estuda a possibilidade de antecipar a obrigatoriedade do B5 de 2013 para 2010, devido ao significativo aumento na atual produção brasileira de biodiesel. Além de contribuir para menor emissão de gás carbônico na atmosfera, a mistura agrada do ponto de vista financeiro.
Segundo dados da ANP (Agência Nacional do Petróleo), cada ponto percentual de mistura desse combustível ao diesel comum, representa ao país uma economia de US$ 140 milhões com as importações do produto. A obrigatoriedade do B2 começa a vigorar a partir de janeiro do próximo ano.

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