Conab compra alimentos de produtores

Os produtores rurais da Coomapem (Cooperativa Mista Agropecuária de Manacapuru), da Cooperativa dos Trabalhadores na Agricultura Familiar de Manacapuru e da Apra (Associação dos Produtores Rurais de Ajaratubinha) receberam aproximadamente R$ 100 mil reais da Conab pela venda, em março, de 110 toneladas de produtos regionais. Entre os alimentos adquiridos, o maior volume foi de mamão (40 toneladas), seguido da macaxeira (32,5 toneladas), abóbora (21 toneladas); banana (16 toneladas), maracujá (2,3 toneladas), pimenta de cheiro ( 504 kg), pepino (47 kg) e 3.816 unidades de coco. O preço pago pela Conab é de R$ 1,00 kg (banana), R$ 0,80 kg (macaxeira) e R$ 0,60 (abóbora), R$ 1,00 kg (mamão), R$ 1,40 kg (maracujá), R$ 1,50 kg (Pimenta de Cheiro), R$ 0,70 kg (pepino) e R$ 0,50 unidade (coco).
De acordo com o superintendente da Conab, Thomaz Silva, a ação faz parte do PAA (Programa de Aquisição de Alimentos) e tem como objetivo evitar o desperdício de alimentos, ajudar os produtores em momentos de dificuldade na comercialização e, ainda, alimentar as famílias atendidas por programas sociais. Os recursos são oriundos do MDS e o instrumento faz parte do Programa Fome Zero do governo federal, finalizou o atual gestor da Conab do Amazonas.
Os alimentos comprados em Manacapuru, pela Conab, foram entregues ao Programa Mesa Brasil/SESC/AM que os destinou às instituições sociais do próprio município e da capital, Manaus. O PAA já atende mais da metade dos municípios amazonenses, em convênios formalizados com aproximadamente 50 grupos formais, entre associações, cooperativas e colônias.
O superintendente da Conab, no Amazonas, Thomaz Silva, disse que os grupos formais com dificuldade em negociar a produção a preços justos e em momentos de safra podem procurar a sede da Conab, localizada no Distrito Industrial, para obter maiores detalhes sobre a operacionalização do PAA. Contudo, a regional da Conab informa que as associações, cooperativas e colônias devem estar com as certidões negativas da receita, dívida ativa da união, FGTS e INSS e os produtores rurais devem possuir a DAP (Declaração de Aptidão ao Pronaf). Cada agricultor familiar, extrativista ou pescador artesanal pode negociar até R$ 4,5 mil/ano com a Conab.

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