Celebridades são usadas para espalhar vírus

O uso de personalidades como gancho para distribuir “malware” (qualquer software desenvolvido para causar danos em computadores) é uma tendência em constante crescimento. Os nomes utilizados normalmente estão relacionados a pessoas que, por uma razão ou outra, são assuntos atuais na mídia. Nos últimos meses, diversos nomes de famosos foram usados pelos cibercriminosos para enganar os usuários.
O presidente dos Estados Unidos, George Bush, tem aparecido com frequência, segundo dados da Panda Software. “Worms” (vírus que se dissemina criando cópias funcionais de si mesmo, ou de partes, em outros sistemas) como MSNDiablo.A, Nuwar.A e Wapplex.C têm se propagado através de e-mails e mensagens instantâneas que oferecem aos usuários caricaturas ou vídeos do presidente Bush.
O lado picante da vida dos famosos também é muito aproveitado pelo “malware” para enganar os usuários. O worm Piggy.A, por exemplo, se propaga em mensagens de e-mail que oferecem fotos de celebridades como Carmen Electra e Britney Spears, enquanto o Trojan backdoor Haxdoor.PL tenta invadir os computadores prometendo supostas imagens das atrizes Angelina Jolie e Nicole Kidman nuas. Outro “worm”, Mops.A, tenta atrair os usuários com imagens da herdeira e socialite Paris Hilton e a filha adotiva do cantor Lionel Richie, Nicole Richie.
“São exemplos claros de engenharia social. Os usuários são persuadidos a abrir um arquivo atraente que contém malware ou a clicar em um link que os leve até os arquivos infectados”, explicou Eduardo D’Antona, diretor-executivo da Panda Software.
A música também tem seus códigos maliciosos. O principal worm musical é o TelnetOn.A, que se propaga através de programas P2P. Para isto, ele se copia nos arquivos pertencentes a estes programas com nomes como Eminem.exe, Evanescence.exe ou Linkin Park.exe. Quando um usuário desatento faz o download de um desses arquivos, ao invés de música, ele na verdade irá instalar uma cópia do “worm”.
“Por esta razão, os usuários devem ficar atentos e desconfiar de conteúdos atraentes que chegam por e-mail ou mensagens instantâneas, e deletar esses tipos de mensagens sem abrir os arquivos ou clicar em links”, alertou Eduardo D’Antona.

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