Brasil quer dobrar negócios com Reino Unido

O ministro do Desenvolvimento, Miguel Jorge, afirmou que o país pretende dobrar o comércio entre o Brasil e o Reino Unido nos próximos cinco anos. Segundo ele, atualmente, o volume comercial entre os dois países está em US$ 5,2 bilhões. “Nós temos uma longa tradição de comércio com o Reino Unido’’, afirmou José Jorge, lembrando acordo comerciais realizados há mais de 200 anos.
“O Brasil é uma das principais economias no mundo. O Reino unido vê o Brasil como um dos seus principais parceiros’’, afirmou o ministro britânico para Negócios, Empreendimentos e Reforma Regulatória, John Hutton.
Os ministros brasileiro e britânico participaram do 3º encontro do Jetco (Comitê Econômico e de Comércio Conjunto, na sigla em inglês), em São Paulo, que foi criado em 2006 pelos dois governos para mapear as oportunidades e reduzir as dificuldades exisatentes nas relações comerciais entre os dois países.
“Desde que o Jetco foi criado, tem havido bom progresso entre os dois países. Não só ajudou ambos a promover e desenvolver o comércio bilateral mas também conseguiu transpor barreiras comerciais e criar um clima melhor de negócios’’, disse Hutton.
O Jetco está divido em seis grupos que discutem: Serviços Legais (arbitragem, seguro e resseguros); Inovação; Direito de Propriedade Intelectual; Metrologia (padronização de tamanhos e segurança dos produtos); Serviços de Estatísticas para o Comércio e Serviços; e um grupo de cooperação entre a UK Trade & Investment (grupo britânico de comércio e investimentos, na sigla em inglês) e a Apex Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos). Antes de participar da reunião do Jetco, John Hutton participou da abertura das negociações de ontem da BM&FBovespa. Segundo o Consulado Geral Britânico, Hutton cumprirá agenda nesta semana para estimular a cooperação comercial entre os dois países.

Carne bovina

A Rússia voltou a importar carne bovina de Goiás na segunda-feira, com exceção do município de Cavalcante, informou o Serviço Federal de Supervisão Veterinária e Fitossanitária da Rússia à Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura.
A comercialização estava suspensa desde 27 de junho, após registro de um foco de estomatite vesicular em Cavalcante, no norte de Goiás.
Acordo sanitário firmado entre Brasil e Rússia especifica que, quando houver casos da doença, o Estado brasileiro em questão fica impedido de exportar carne bovina.
Segundo o ministério da Agricultura, Goiás foi responsável por cerca de 25% das exportações brasileiras de carne para a Rússia de janeiro a junho de 2008. No período, o Estado comercializou US$ 184.6 milhões. Já o Brasil exportou no primeiro semestre deste ano quase US$ 730 milhões.

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