Auditores fiscais têm homenagem na ALE

Sob a expectativa de verem aprovada a PEC (Proposta de Emenda Constitucional) estabelecendo em nível nacional o teto salarial da categoria, os auditores fiscais comemoraram nesta quinta-feira, o Dia do Auditor Fiscal que ocorre hoje. A homenagem aos profissionais responsáveis pela arrecadação de tributos no Estado foi proposta pelo deputado Liberman Moreno (PHS), ele próprio auditor fiscal da Secretaria de Estado da Fazenda.
Segundo Liberman Moreno, o fato de Manaus ser um dos maiores PIBs (Produto Interno Bruto) no país com uma das maiores receitas per capita, deve em parte a atuação dos auditores fiscais. O grande volume da arrecadação do Estado, proporcionando ao governo a execução de programas e projetos e segundo o deputado, é creditado aos auditores, dos quais muitos atuando com sacrifícios nos limites do Estado.
O deputado pediu aos dirigentes do Sindicato dos Auditores Fiscais do Estado do Amazonas, a divulgação dos trabalhos da categoria para que tenham apoio da sociedade. Pregou também a união da categoria. “Conclamo a todos que tenhamos uma grande união de consciência para continuarmos sendo peça valiosa na mais importante máquina arrecadadora do Estado”, declarou.
A solenidade realizada no plenário Ruy Araújo, contou com a presença de auditores ativos e inativos, dirigentes do sindicato da categoria, secretário de Estado da Fazenda, Isper Abrahim. Um vídeo institucional produzido pelo Sindicato, no qual foi visualizado o panorama das atividades de auditor fiscal.

Teto nacional

O universo dos auditores fiscais abrange cerca de 400 profissionais, dos quais pouco mais de 250 estão em atividade e 354 são sindicalizados. Segundo o presidente do Sindifisco, Luiz Osvaldo Evangelista, o Estado necessitaria de mais 100 fiscais para fazer frente ao acúmulo de processos, bem como melhor infra-estrutura nos postos arrecadadores no interior e nos chamados postos avançados, localizados nos limites do Estado.
Dos postos localizados fora da capital, Evangelista afirmou que os mais complexos são os de Parintins – limite com o estado do Pará-, Humaitá -com Rondônia- e em Boca do Acre, este último por causa da atividade pecuária na região limítrofe com o Estado do Acre.
Ele informou que uma das metas da categoria é conseguir o estabelecimento do teto salarial máximo, cuja proposta de emenda constitucional está tramitando no Congresso Nacional.

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