17 de agosto de 2022
Prancheta 2@3x (1)

Aporte de R$ 1,5 milhão chega ao Inpa para Projeto Grande Vulto

Construção do novo prédio da diretoria, sala de reuniões e de um novo almoxarifado para produtos químicos.Estas são apenas as primeiras ações a serem implementadas com o R$ 1,5 mi­lhão recebido pelo Inpareferente à primeira parcela do Projeto Grande Vulto

Construção do novo prédio da diretoria, sala de reuniões e de um novo almoxarifado para produtos químicos. Estas são apenas as primeiras ações a serem implementadas com o R$ 1,5 mi­lhão recebido pelo Inpa ­(Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia), referente à primeira parcela do Projeto Grande Vulto, recebido este ano. Em 2009, está previsto mais R$ 10 milhões para atender às demandas do ins­tituto relacionadas às áreas de infra-estrutura, hidráulica e energia elétrica.
No total, serão liberados cerca de R$ 70 milhões ao longo de três anos. O recurso foi aprovado pela CMA (Comissão de Monitoramento e Avaliação) do PPA (Plano Plurianual), que faz parte do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, no mês de julho de 2007. O Inpa submeteu ao CMA o projeto “Ampliação e Modernização da Infra-Estrutura do Inpa para o Estudo da Biodiversidade e Sustentabilidade dos Ecossistemas Amazônicos frente às Mudanças Globais”.
Os projetos de grande vulto são assim classificados por terem valor total estimado superior a R$ 10,5 milhões, por isso, recebem atenção especial no PPA. Em relação às empresas estatais de capital aberto ou suas subsidiárias, são de grande vulto apenas aqueles que tenham custo total estimado superior a um montante de R$ 67,5 milhões.
Segundo o coordenador de ações estratégicas do instituto, Estevão Monteiro de Paula, foi a primeira vez que um projeto de pesquisa foi submetido à CMA. Ele explicou que a grande dificuldade foi valorar o conhe­cimento, uma vez que o mesmo é intangível. “Entretanto, ele pode ser verificado por meio de artigos científicos, depósitos de patentes e descoberta de importantes princípios ativos”, ressaltou. Estevão completou dizendo que tiveram que calcular o retorno do investimento na pesquisa científica por meio de métodos comparativos, e concluíram: “caso façamos apenas um des­coberta, ao longo de dez anos, de um importante princípio ativo, além da formação de recursos humanos altamente qua­lificados e a produção de co­nhecimento sobre a Amazônia neste período, o investimento já terá sido válido”, afirmou o coordenador. Os R$ 70 milhões, os quais serão a partir de 2008, por um período de três anos.
As ações prioritárias são: cons­trução de um auditório com capacidade para 500 lugares; reforma e manutenção de prédios; reestruturação da rede de internet, construção de depósito para produtos químicos, aquisição de geradores de energia, entre outros trabalhos.

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