Ações sobre o Plano Verão vão abarrotar os foros do país

Em algumas situações, de acordo com a política de cada banco, as instituições têm recorrido e alguns processos já chegaram ao STF

Em 2007, milhares de investidores foram à Justiça brasileira pedir o pagamento da diferença da correção monetária aplicada durante o Plano Bresser às cadernetas de poupança e outras aplicações financeiras em 1997.
Neste ano a história deve repetir uma nova avalanche de processos, desta vez envolvendo o Plano Verão, de 1989. O prazo para que os interessados proponham ações relativas ao plano vence em janeiro do ano que vem. Alguns advogados ponderam, todavia, que a data-limite é fevereiro de 2009. Por cautela, convém não arriscar.
O que os poupadores buscarão é o pagamento de uma diferença de 20,36% que deveria ser aplicada às poupanças e outros investimentos com aniversário até 15 de janeiro de 1989. Advogados que atuam com esse tipo de ações sugerem o ajuizamento até dezembro próximo. A obtenção dos extratos nos bancos é demorada, complicada e a Justiça de muitos Estados deve receber um número enorme de ações.
Nota da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) afirma que em ações de até R$ 500,00 os bancos têm pago aos poupadores, pois o custo dos processos com aquele valor da causa não compensa a sua manutenção.

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