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TIMES FORTES NÃO SÃO FEITOS DE LÍDERES FRACOS

Muitos gestores tem um grande desejo de construir uma equipe de alta performance, com pessoas que sejam protagonistas, foquem na solução, estejam engajadas em construir com criatividade caminhos estratégicos do negócio e um pouco mais.

Poucos são os que entendem que somente líderes constroem times fortes que geram resultados. Menos ainda são os que estão dispostos a desenvolver primeiro suas habilidades de liderar para então aprenderem como formar este grupo de pessoas que busca o objetivo comum.

É preciso entender que criar times fortes começa em aprender a produzir formas para que as pessoas das mais deferentes personalidades e interesses encontrem razões de fazerem o melhor que podem em busca do propósito coletivo.

Eu gosto de pensar que o primeiro passo é procurar ser um gestor que aprende, que estuda, que se coloca no papel do buscador de alternativas. Esta postura encontra dentro da cultura, da necessidade e das possibilidades o que existe de melhor para aplicar com o seu grupo, no estágio que ele se encontra e dentro da viabilidade do seu cenário. Não tem fórmula milagrosa!

Quando a metodologia adequada é encontrada, é possível respeitar as fases e seguidos os passos de execução gerar os retornos programados. Gradativamente o desenvolvimento acontece e os resultados aparecem. Não tem varinha mágica!

Veja que sobre esta perspectiva, é possível perceber que o líder construiu uma musculatura, criou campo de visão, aprimorou suas competências para conseguir transformar os bandos em um time sinérgico e coeso. É um processo e não um feito!

Se eu posso contribuir de maneira mais específica, registro um acrônimo que construir sobre as características dos times fortes de maneira que possa direcionar aos pontos a serem reforçados pelos líderes: T.E.M.

T – TAREFA: Nem um time será forte se as pessoas não tem conexão com a tarefa que realizam. 

O que pode ser avaliado:

  • Amor pela tarefa. É preciso paixão pela rotina e quando isto não for possível, pelo menos um conjunto de atribuições em que ela perceba a relevância e significado em realizar.
  • Competência técnica. Não permita a ilusão de se fazer bem feito sem o domínio para realizar a tarefa. A falta de habilidade não gera qualidade.
  • Gerenciamento da rotina. A ausência de planejamento e organização sobre as entregas a serem feitas, geram demasiado retrabalho e desperdício de recursos.

E – ESFORÇO: Time fortes são feitos de pessoas empenhadas em entregarem com alto desempenho.

O que pode ser estimulado:

  • Atitude continua ser um grande diferencial. Investir tempo e energia em pessoas que tenham vontade e entusiasmo com comportamentos automotivados.
  • Desenvolver os caminhos de crescimento emocional fortalecem tantos o domínio técnico quanto as competências comportamentais. A inteligência emocional é o foco principal para alavancar qualquer ação necessária.
  • Gere um contínuo espírito de equipe. Quando as pessoas estão dispostas a resultados coletivos, o caminho para estabelecer a confiança, gerar conflitos positivos e criar comprometimento para o resultado é muito mais curto.

M – MOTIVAÇÃO: Sem um propósito até os mais fortes se fragilizam. 

O que pode ser feito:

  • Se motivação é motivo para ação, transforme os interesses individuais em objetivos coletivos para que todos tenham uma verdadeira missão a ser cumprida.
  • Transforme o ambiente de trabalho em um lugar em que a segurança psicológica exista e todos tenham a possibilidade real de interagir, se expressar, aprender e pertencer.
  • Favoreça feedback constante como espaço para compreensão dos pontos de mudança, melhoria, bem como de reconhecimento e valorização.

Eu bem sei e também sinto na pele o desafio de gerir como uma liderança forte para não ter um time fraco. 

Eu posso e você também. 

Vamos continuar em buscar de fortalecer nossa liderança e não abrir mão de sermos o melhor que podemos ser para ter o time dos sonhos.

Cintia Lima

Psicóloga, Mentora de Líderes e Master Coach

@psi.cintialima

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