O Dia da Mulher

Reservamos o dia 8 de março para comemorar de forma tão especial o Dia das Mulheres, tão preciosas e especiais na vida e existência de cada um de nós. Seja no papel de mãe, de esposa, de profissional ou em qualquer outra função, a mulher sabe dar o toque especial em cada parte que se envolve. A mulher é um ser-humano dotado de um olhar especial em toda sua essência. Ela consegue fazer cada atividade do seu dia-a-dia com uma dedicação, carinho e zelo singulares. Não é nenhum clichê dizer que apenas um dia jamais será suficiente para homenagear quem têm um significado ímpar em nossas vidas. A imprescindibilidade da mulher para a comunidade em geral e para o equilíbrio nas relações sociais é indiscutível. Esta data, especificamente, está ligada a um incêndio em uma fábrica têxtil em Nova York, EUA, em 1911, em que 125 mulheres vieram a falecer. Porém, o pleito em prol dos direitos das mulheres já existe há muito tempo.

Mesmo que tenhamos tido ao longo dos anos indiscutíveis avanços na questão dos direitos das mulheres, ainda há um longo caminho a ser percorrido. É preciso que se vença a discriminação, a violência e a desvalorização da figura feminina. Na questão profissional, a paridade de salários com os homens que exercem funções equivalentes no mercado de trabalho é uma batalha antiga em nosso Brasil. Em outra ponta, existe ainda a violência doméstica sofrida por muitas mulheres, das mais diversas formas; um fato inadmissível. Iniciativas legais como a ‘Lei Maria da Penha’ e a Lei que configura o crime de feminicídio no Brasil são de incontestável relevância, mas que por si só não são suficientes caso não sejam acompanhadas da devida aplicabilidade e fiscalização, para que as vítimas tenham a proteção e o apoio necessários.

É preciso, contudo, evitar a ‘coisificação’ da mulher, que muitas vezes vem disfarçada de ‘liberdade feminina’. Não se pode confundir liberdade com banalização, vulgarização e exposição da imagem e do corpo mulher da maneira como tem acontecido, de forma tão deplorável. O mais grave disso é o fato de que, muitas vezes, este tipo de acontecimento tem a anuência e defesa por parte de alguns grupos que dizem pleitear em prol do direito feminino, mas que acabam depondo contra o próprio discurso ao não se oporem a atitudes tão degradantes à dignidade humana. É importante salientar que a mulher não precisa galgar nenhuma posição apenas pelo fato de ser mulher. Ela tem total capacidade de estar em qualquer área profissional pela sua competência e não simplesmente por ser do sexo feminino. Portanto, a equidade na sociedade precisa ser defendida com políticas públicas sérias e medidas concretas com vistas a resolver as desconformidades de direitos e isso se faz com as motivações e com os argumentos pertinentes. Já está na hora de sairmos das “frases de efeito” e dos discursos vazios. As ações realizadas até agora não foram suficientes para resolver o que tem que se resolver. É preciso que se invista na promoção de oportunidades plenas a todos. E isso não é nenhum favor do poder público, mas sim o dever. A bandeira correta deve ser a da defesa e implementação das garantias a todos os cidadãos, independente do sexo; e isso é obrigação de todos os agentes públicos e das autoridades constituídas. Ainda temos muito a avançar nestas questões, mas tenho certeza de que temos todas as possibilidades de lograr êxito enquanto sociedade.

Faço questão de finalizar este Artigo glorificando AO SENHOR JESUS por ter nos presenteado com a existência das mulheres, que são seres tão especiais e únicos, em todos os sentidos. Quero fazer uma deferência especial à minha amada mãe, Liliam Said Teixeira: uma Mulher Valorosa, Guerreira, Íntegra; uma exímia Mãe, Esposa, Filha e Irmã; uma profissional Dedicada e Competente e um Exemplo de tudo o que há de melhor. E na pessoa dela, estendo as minhas homenagens a todas as mulheres que fazem parte da minha vida e da minha história e às mulheres em geral, que têm em suas individualidades o seu incalculável valor. Que DEUS abençoe a cada uma, no Nome de JESUS!

Compartilhe:​

Qual sua opinião? Deixe seu comentário