Volkswagen e Toyota apostam em carros por assinatura no Brasil

Desde 2015, o Detran repercute a queda do interesse de jovens entre 18 e 25 anos em tirar a Carteira Nacional de Habilitação. Da mesma forma, as gerações que vieram a partir dos anos 1980 já não curtem tanto a ideia de ter um automóvel quanto antes, mesmo que sejam habilitadas a dirigir. 

Comprar e manter um carro no Brasil é tarefa para poucos. Seguro, combustível, pneus, licenciamento e impostos são algumas das várias despesas que o proprietário terá que arcar ao longo dos anos, sem falar na depreciação .

Por este motivo, algumas fabricantes já começaram a se mover para que seus produtos sejam oferecidos por meio de parcerias em locadoras. Em anos de crise, esperar o cliente entrar na concessionária pode ser dormir no ponto. 

Segundo a Porto Seguro, uma das empresas adeptas do aluguel de carros, ter um veículo por assinatura pode ser até 24% mais barato do que financiar um automóvel . A empresa oferece dois tipos de planos, sendo que o mais acessível é o Controle (a partir de R$ 999/mês). Com duração de 12 meses, o contrato de carro por assinatura prevê uma franquia de rodagem de 500 km/mês, com custo de R$ 0,80 por quilômetro adicional, e permite a escolha de dois carros compactos.

O plano mais caro é o Convencional (a partir de R$ 1.189). Com duração para até dois anos, o contrato permite ao motorista rodar até 1.000 km por mês e a escolha de mais de trinta carros, entre modelos compactos, SUVs e de luxo.

Renault Kwid fica mais caro 

Kwid Outsider já está anunciado por R$ 50.390

Modelo mais a acessível da Renault no Brasil, o subcompacto Kwid sofreu um novo reajuste de preços e a sua versão Outsider pela primeira vez ultrapassa a barreira dos R$ 50 mil.

Modelo mais a acessível da Renault no Brasil, o subcompacto Kwid sofreu um novo reajuste de preços e a sua versão Outsider pela primeira vez ultrapassa a barreira dos R$ 50 mil.

O Renault Kwid agora parte de R$ 39.390 na versão Life. Aumento de R$ 800 em relação ao preço anterior. Apesar da presença dos airbags laterais como item de série, é bem espartana. Não conta com itens como direção assistida, ar-condicionado ou vidros elétricos.

A configuração Zen sai por R$ 46.990 (alta de R$ 800) e adiciona a direção elétrica, ar-condicionado e os vidros dianteiros elétricos, além de um rádio com conexão bluetooth. Primeira com a central multimídia Media Evolution, a variação Intense (R$ 48.990, aumento de R$ 1 mil) adiciona também ao pacote das versões anteriores câmera de ré, faróis de neblina, retrovisores com ajuste elétrico e computador de bordo.

O topo de linha Kwid Outsider sai por R$ 50.390 (reajuste de R$ 1,2 mil). Com um pacote de equipamentos semelhante ao do Kwid Intense, se diferencia principalmente pelo visual, com calotas pintadas em preto, barras longitudinais no teto e bancos com revestimento exclusivo.

Todas as configurações do Kwid são equipadas com o mesmo conjunto mecânico, centrado no motor 1.0 de três cilindros e 70 cv e um câmbio manual de cinco marchas.

Chave que limita velocidade agora é de série nos carros da Volvo

Os carros da Volvo vendidos no mercado brasileiro passam a trazer como item de série a Care Key, chave adicional que permite restringir qual será a velocidade máxima permitida para aquele carro.

Essa programação é feita pela central multimídia do Volvo , usando a chave principal, que é a única habilitada para programar, modificar ou retirar a restrição de velocidade. É possível configurar qualquer limite entre 50 e 180 km/h, com incremento de 1 km/h.

Feita essa programação, basta abrir o veículo com a Care Key — que se diferencia da comum pela capa na cor laranja — para que o veículo se configure automaticamente. Para avisar o condutor da restrição, um aviso é dado por meio de uma luz de alerta.

De acordo com a Volvo, a solução foi pensada para aumentar a segurança de famílias com filhos jovens e que utilizam o carro dos pais e faz par com a decisão da marca sueca de limitar a 180 km/h a velocidade máxima de todos os carros produzidos pela empresa.

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