2 de março de 2021

Volks vai explorar carros voadores na China

Quem nunca imaginou um carro voador? A tecnologia de desenho animado pode estar mais próxima do que imaginávamos. A Volkswagen emitiu um comunicado nesta terça-feira (9) informando que está conduzindo na China um estudo sobre a viabilidade de fabricar carros voadores.

Segundo a empresa Morgan Stanley, essa futura indústria que vem sendo explorada não apenas pela montadora alemã pode render cerca de US$ 1,5 trilhão até 2040.

“Além da direção autônoma, o conceito de mobilidade vertical pode ser o próximo passo para levar nossa abordagem de mobilidade para o futuro, especialmente no mercado chinês”, declarou a marca que afirmou estar investigando conceitos e potenciais parceiros para identificar a possibilidade de industrializar a nova abordagem.

Atualmente, a China é o maior mercado de automóveis do mundo e também é o país responsável pela maior parte das vendas da Volkswagen.

A montadora alemã não é a única empresa visando o futuro mercado dos carros voadores. A americana Joby, a alemã Lilium e a Volocopter também possuem planos para indústria e contam com fortes patrocinadores, como Intel e Daimler.

Grafeno cria memória super-rápida para computadores

Grafeno que possibilita aplicações revolucionárias na computação
Foto: Divulgação

Um grupo de pesquisadores descobriu mais uma propriedade surpreendente do grafeno que possibilita aplicações que podem impactar o futuro da computação. Trata-se de uma nova física e novas propriedades eletrônicas, envolvendo múltiplas camadas das estruturas compostas por átomos de carbono que formam o grafeno, de modo que novos meios de processamento de informações possam ser explorados.

A nova física é uma ferroeletricidade nada convencional. Os materiais ferroelétricos são usados ​​em vários sistemas eletrônicos, desde ultrassons clínicos a cartões de identificação por radiofrequência, mas há uma característica que impõe certos limites: todos eles são isolantes. No entanto, o novo material ferroelétrico da equipe liderada pelo MIT criado com grafeno funciona através de uma física completamente diferente, que o torna condutor de eletricidade.

Esse diferencial permitirá uma grande quantidade de novas aplicações para componentes ferroelétricos, de acordo com Zhiren “Isaac” Zheng, principal autor do artigo publicado na Nature. Além disso, trata-se de um “sistema simples e ultrafino”, segundo Pablo Jarillo-Herrero, professor do MIT, líder da pesquisa. Ele explica que o novo material “desafia muitas das suposições prevalecentes sobre os sistemas ferroelétricos e pode abrir caminho para uma geração inteira de novos materiais ferroelétricos”.

SpaceX quer oferecer serviços de telefonia por meio da internet Starlink

Hoje, a SpaceX já tem mais de 10 mil usuários da rede Starlink
Foto: Divulgação

A SpaceX parece estar dando passos importantes em direção a futuros serviços de telefonia: a empresa fez uma nova solicitação à Federal Communications Commission (FCC), entidade reguladora de telecomunicações nos Estados Unidos, onde delineou planos para usar a rede de banda larga dos satélites Starlink para também oferecer serviços de telefonia, incluindo suporte de emergência para ligações de voz e planos que tenham menor custo para os clientes.

A ideia é que tudo isso seja feito aproveitando conexões que já existem, como as redes de telefonia operadas por provedores locais. Assim, no documento, a empresa apresentou planos para serviços VoIP, uma tecnologia que permite realizar chamadas de voz pela internet. Por meio da proposta, os consumidores conseguiriam realizar chamadas de voz por meio da conexão de banda larga fornecida pelos satélites Starlink.Além disso, a SpaceX também abriu uma solicitação para o programa Lifeline; este programa também faz parte da FCC e tem o objetivo de tornar os serviços de comunicação mais acessíveis para clientes de baixa renda. Hoje, a empresa ainda não tem clientes por meio do programa porque não possui a designação necessária para isso, mas, quando conseguir, deverá fornecer o serviço.

No caso da SpaceX, os clientes que usam a rede Starlink na fase beta pagam US$ 99 mensais pela rede, além de uma tarifa única de US$ 499 para adquirir o kit de instalação. Então, após a designação do Lifeline, haveria o pequeno desconto de US$ 9,25. Como esse valor pode não ser o suficiente para tornar o plano mais acessível, é possível que a empresa ofereça planos mais baratos no futuro.

Foto destaque: Divulgação

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