Você sabe qual é a cidade mais inteligente do Brasil?

Uma ‘Smart City’ –termo que significa cidade inteligente –é quando um município utiliza tecnologia para conectar os espaços, com o objetivo de aumentar o nível de ciência e otimizar o que acontece em todos os ambientes. Além disso, também melhora a conectividade das pessoas, principalmente quando se trata de serviços que agregam ao cotidiano.

A tendência integra IoT, IA, cloud, conectividade, blockchain, realidade virtual/mista, gameficação, e centenas de outras tecnologias para melhorar a qualidade de vida nas cidades e reduzir o impacto ambiental. As cidades inteligentes não são somente cidades mais conectadas e sim, as que tornam o uso do que é público eficiente e eficaz.

Por exemplo, não adianta projetar prédios com grandes estacionamentos, se ninguém mais possui carro e só anda de Uber. Pensando nesses pontos, São Paulo é, pelo segundo ano consecutivo, a primeira colocada no Ranking Geral do Connected Smart Cities 2021, e também entre as cidades com mais de 500 mil habitantes, além das cidades na região Sudeste.

Já o segundo lugar ficou com Florianópolis (SC), seguido por Curitiba (PR), Brasília (DF) e Vitória (ES). Na sexta posição está São Caetano do Sul (SP), seguida por Rio de Janeiro (RJ), Campinas (SP), Niterói (RJ) e Salvador (BA). Inclusive, a capital paulista lidera ainda nos eixos de Mobilidade e Acessibilidade.

De acordo com o CEO da Accell Solutions e especialista em gestão de smart cities, Henrique Costa, uma cidade inteligente é um termo relativamente novo –inclusive no mundo –e nada mais é do que o uso de um sistema com um tripé que une processo, pessoas e tecnologia. “Uma cidade que esteja integrada em suas diversas áreas e use a tecnologia para facilitar os processos e conectar as pessoas”, explica em entrevista ao Olhar Digital.

Motorola lança smartphone Moto E20 no Brasil

Preço é bem mais em conta – Foto: Divulgação

A Motorola anunciou nesta segunda-feira o lançamento de mais um celular com preço mais em conta: o Moto E20, que chega com Android 11 Go como sistema operacional, conjunto duplo de câmeras e autonomia de até 40 horas de uso.

Ele tem traseira em plástico e conjunto com duas câmeras, a principal com 13 megapixels e uma secundária de apenas dois megapixels para fazer fotos com fundo desfocado.

A tela é de 6 polegadas e meia, com resolução HD+, com uma câmera frontal de 5 megapixels. Por dentro a Motorola escolheu um processador Unisoc T606 de oito núcleos, com 2 GB de RAM e 32 GB de espaço interno.

A bateria é de 4.000 mAh, e o Moto E20 ainda conta com leitor de impressões digitais na parte traseira e usa a moderna conexão USB-C.

Ele já está à venda, pelo preço sugerido de R$ 999.

A Motorola também trouxe uma nova versão do Moto G20. Este celular já está no mercado brasileiro desde maio deste ano, mas o usuário só poderia contar com 64 GB de memória. A partir de agora o aparelho pode ser comprado com 128 GB, e com todos os outros recursos sem mudanças: processador Unisoc T700, 4 GB de RAM e quatro câmeras na parte traseira.

Xiaomi apresenta projeto de seu primeiro óculos inteligente

Xiaomi anunciou seu projeto de óculos inteligente – Foto: Divulgação

Desde o fracasso do Google Glass na primeira metade da década passada, óculos inteligentes se tornaram tabu na indústria da tecnologia. Porém, isso parece estar mudando, depois do Facebook e sua parceria com a Ray-Ban, chegou a vez da Xiaomi anunciar seu projeto de óculos inteligente.

O projeto da gigante chinesa tem algumas diferenças em comparação com projetos concorrentes. No sistema da Xiaomi, as informações virtuais são sobrepostas ao mundo real em apenas uma das lentes, que tem uma tela MicroLed quase do tamanho de um grão de arroz.

No geral, as empresas que projetam óculos inteligentes trabalham em produtos que possibilitem ter informações carregadas nas duas lentes ao invés de uma só. Outra grande diferença está na forma como as imagens são geradas nos óculos e vão parar no campo de visão do usuário.

Segundo a Xiaomi, os óculos inteligentes da marca contarão com uma tecnologia de comprimento de onda óptico, refração e reflexão. Isso possibilitará o transporte das imagens de um chip MicroLed invisível diretamente para o olho do usuário, usando apenas a lente posicionada no olho direito.

Mais que segunda tela

A Xiaomi não imagina seu óculos inteligente como um complemento para smartphones ou uma simples segunda tela. A empresa quer que o dispositivo funcione de forma independente para algumas tarefas, como navegação, tradução de conteúdos e comunicação.

Foto/Destaque: Divulgação

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