VisaNet Brasil traz Oficinas Tela Brasil para jovens de baixa renda

Vinte jovens de Manaus assistem a aulas diferentes até 12 de setembro, no Liceu Cláudio Santoro. No último dia de aula, apresentam ao público, amigos e familiares, em uma sala do Cinemark, um trabalho igualmente inusitado: um filme curta-metragem, totalmente produzido por eles. A experiência faz parte das Oficinas Tela Brasil, patrocinadas pela VisaNet Brasil, por meio da marca Visa, e realizadas pelos premiados cineastas Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi, diretora e roteirista de O Bicho de Sete Cabeças e Chega de Saudade.
Os jovens a partir de 16 anos que tiverem interesse em se candidatar a uma vaga devem acessar o site www.telabr.com.br e preencher a ficha de inscrição. Em Manaus o mesmo pode ser feito na avenida Pedro Teixeira, 2565, no Sambódromo, bloco E. As inscrições podem ser feitas até sexta-feira, 21. A estreia dos curtas-metragens produzidos nas Oficinas será no sábado, 12 de setembro.
“A ideia é dar aos jovens as ferramentas para que eles contem, por meio do audiovisual, suas histórias e seus sonhos”, fazem coro Luiz Bolognesi e Laís Bodanzky que idealizaram as Oficinas Tela Brasil. Ao longo dois últimos dois anos, curtas-metragens produzidos pelos alunos já foram selecionados para alguns dos mais importantes festivais de cinema do Brasil, como o Festival Internacional de Curtas-metragens de São Paulo.
“Queremos ajudar a transformar as comunidades onde a VisaNet Brasil atua. Para isso, nosso foco de investimento são projetos que consigam realmente motivar e capacitar jovens locais. As Oficinas Tela Brasil são um exemplo bastante fértil desse jeito de pensar ações com foco em cultura e educação”, afirmou o vice-presidente de Desenvolvimento Organizacional, Roberto Dumani.
Durante as oficinas, com 64 horas de aulas práticas, os jovens têm acesso a informações sobre técnicas de produção de vídeo e ainda participam de uma conversa com roteirista, ator ou diretor de renome nacional. Os alunos aprendem enquanto produzem os curtas-metragens e descobrem o audiovisual como uma ferramenta de auto-expressão. Uma ajuda de custo para transporte e pesquisa no valor de R$ 80 é dada a cada aluno.

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