Violência doméstica contra mulheres deve ser menor

Ao defender que todas as delegacias estaduais deveriam atender as mulheres vítimas de maus-tratos, a deputada Rebeca Garcia (PP) se colocou à disposição na Câmara Federal para reduzir os números da violência doméstica contra a mulher no Amazonas, considerado um Estado com alto índice de denúncias. A deputada foi uma das participantes, ontem, dia 27, da audiência pública que tratou sobre a saúde da mulher, licença maternidade e planejamento familiar, no plenário da Assembléia Legislativa.
A deputada entende que se faz necessário esse tipo de mobilização para levar até ao Executivo as necessidades da mulher. “Só dessa forma serão aprimoradas as políticas públicas voltadas para a mulher”, comentou Rebeca, assegurando que está lutando para ajudar a reduzir os números da violência no Amazonas.
Com relação às delegacias especializadas, Rebeca Garcia as defende como forma de amparar a mulher, principalmente as que residem em áreas carentes, levando em conta que elas não têm como se locomover para uma delegacia especializada. “Que seja criado pelo menos um suporte para que as mulheres vitimadas sejam transportadas para um local onde possam receber um amparo, um carinho, enfim, a informação que necessitam com relação aos seus direitos”, disse.

Rebeca Garcia parabenizou a deputada Conceição Sampaio (PP) pela iniciativa da audiência, uma conquista no Amazonas, que está na frente ao levar esse tipo de problemática ao plenário da ALE. “Um tema tão importante e fundamental para as mulheres e sua família”, avaliou, lembrando que não se pode lutar por um outro tipo de política pública sem antes tratar sobre a saúde não só da mulher, mas de todos os membros de sua família.
Com relação à saúde na terceira idade, Rebeca disse ser algo novo mas já é uma realidade. O Estado tem um trabalho de auxílio aos idosos, um lugar que os recebe para trata de sua saúde tanto para o homem como a mulher . “O Amazonas tem sido pioneiro em muitas causas, como está sendo pioneiro hoje ao trazer essa discussão ao plenário da ALE”, assinalou, se colocando à disposição na Câmara Federal, juntamente com a deputada Vanessa Grazziotinn (PC do B), para receber esse tipo de movimento.

Aids é doença que preocupa população feminina

O avanço dos casos de Aids (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida), que tem aumentado entre as mulheres (dados de 2005 do Ministério da Saúde mostram que para cada 15 homens existem 10 mulheres infectadas pelo vírus) é apenas uma das preocupações, em termos de saúde pública, da presidente da subcomissão de Saúde da Mulher e Planejamento Familiar da Câmara dos Deputados, Cida Diogo (PT/RJ), que veio a Manaus participar da audiência pública, na Assembléia Legislativa do Estado, realizada ontem.
As discussões a respeito da Saúde da Mulher contaram com a presença das deputadas federal, Vanessa Grazziotin (PCdoB) e Rebecca Garcia (PP), além de autoridades da área de saúde do Estado e município, como o secretário de Estado da Saúde, Wilson Alecrim, e do município, Jesus Pinheiro, e representantes de municípios de Manaus e do interior do Estado. “Esse é apenas mais um grave problema enfrentado pelas mulheres que têm parceiros fixos”, disse ela, incluindo nesse contexto também a mortalidade materna e a violência contra a mulher amazonense.

Cida Diogo, que em nível nacional ficou conhecida após imbróglio ruidoso com o deputado Clodovil, que teria afirmado “que [Cida Diogo] não servia nem para prostituta, por ser uma mulher feia”, disse que atualmente a sua luta está voltada para a saúde da mulher. Tanto que apresentou projeto de lei, que inclui, no Código Penal, como item do aborto legal, além das vítimas de estupro e mulheres que correm risco de vida, os casos de malformação congênita e anencefalia (malformação caracterizada pela ausência total ou parcial do encéfalo e da calota craniana).
A parlamentar, que veio ao Estado para falar sobre a saúde da mulher, manifestou sua satisfação em estar no Amazonas a convite da deputad

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