Há pessoas que têm um ou mais vícios e não se importam. Se você se acha nesta situação, este artigo não é para você. Por outro lado, se se sente incomodado por eles, continue lendo.

Um vício se manifesta de várias formas. A mais usual, e claramente revelada, se traduz por uma dependência que leva ao consumo irresistível de bebidas alcoólicas ou substâncias entorpecentes, ou ainda o fascínio de uma mesa de jogo. Outras vezes se traduz por um costume supérfluo, desnecessário portanto. Às vezes são atitudes exibicionistas ou extravagantes, geralmente censuráveis, mas sempre espiritualmente prejudiciais. De qualquer maneira, um vício é sempre um defeito, uma imperfeição grave.

Antes de continuar, e por ser oportuno e instrutivo, vamos abrir parênteses e reproduzir, em itálico, parte da resposta a um dos testes propostos aos participantes do GrupoRC – um grupo na internet administrado pelo Racionalismo Cristão.

Os vícios são deformações morais, imperfeições adquiridas agora ou trazidas de existências anteriores. Precisam ser eliminados, como qualquer outro defeito, pois são obstáculos sérios no prosseguimento da evolução espiritual.

Os vícios são sempre supérfluos, além de terrivelmente nocivos. Ao entregar-se a um vício, a pessoa atrai espíritos do astral inferior que tiveram o mesmo vício quando em vida física. A presença desses espíritos sempre é nociva, pois eles se “encostam”, ou seja, entrelaçam-se fluidicamente com o viciado para sentirem o mesmo prazer que sentiam quando tinham um corpo físico. Nessa aproximação, há trocas de fluidos entre os corpos fluídicos em detrimento da saúde física e psíquica do ser humano, ocasionando, não raras vezes, a morte prematura. Note-se que o espírito do astral inferior é também um viciado. Por não mais ter corpo físico, não tem condições de sentir o mesmo “prazer” que tinha quando em vida física. Daí estar sempre intuindo o ser humano para que este se entregue ao vício.

Admito que tenho um vício, você pode dizer e perguntar como eliminá-lo. Não é fácil, alertamos. Contudo não é impossível. Muitos conseguem, por que você não conseguiria?

Como proceder, qual o caminho a percorrer? Respondemos dizendo para você começar afirmando a si mesmo que vai conseguir livrar-se do vício. Alertamos, novamente, que a luta vai ser dura. Seria mais árdua ainda se você não tivesse ao seu alcance uma arma poderosíssima, a mesma usada por aqueles que foram vitoriosos nessa batalha.

Arma, que arma é essa?, você pode perguntar. É sua vontade, respondemos, a força de sua vontade. Sem ela, somente o fracasso será vitorioso. Ela precisa ser fortalecida. Um primeiro passo para conseguir fortalecê-la seria decidir não deixar para depois uma tarefa que você precisa cumprir. Se você não tem esse problema, já é meio caminho andado.

O meu vício é o cigarro. Alguma sugestão?, você pergunta. Um método que tem produzido bom resultado é fazer o seguinte: ao apanhar um cigarro diga a si mesmo “vou fumá-lo, mas esperarei 15 minutos”. Espere e, se ainda tiver vontade, fume. Na próxima vez espere um pouco mais e, pouco a pouco,  vá aumentando esse intervalo de tempo. Esse método vai permitir que você domine o cigarro e se livre do vício.

Se o problema for com bebida, o indicado é procurar uma organização dedicada ao problema. Alcoólicos Anônimos, por exemplo. Se o vilão for drogas entorpecentes, deve-se procurar uma clínica especializada. Num caso ou no outro, é sua a decisão.

Outro vício que deve ser destacado é o do jogo. Este é um dos mais perniciosos e pode levar uma pessoa e sua família à ruína financeira. O viciado em jogo sempre acha que pode recuperar as perdas sofridas e continua jogando. Ledo engano. O lucro é sempre de quem organiza o jogo.

Enfatizamos que o mais importante é enfrentar conscientemente o problema com forte determinação de livrar-se dele. Com essa atitude, seu esforço será coroado de êxito. Todas essas sugestões podem ser potencializadas com a prática diária da limpeza psíquica recomendada pelo Racionalismo Cristão para fortalecer a vontade da pessoa através da ação das Forças Superiores.

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