Vereadores vão continuar fiscalizando frota de ônibus

Como forma de auxiliar o Executivo Municipal a solucionar os problemas do setor de transportes coletivos, parlamentares da CMM (Câmara Municipal de Manaus) estiveram na quinta-feira, no terminal 5 (São José – Zona Leste) para fiscalizar se as empresas de transporte coletivo estavam operando com a frota normal de coletivos. Os vereadores Homero de Miranda Leão (PHS), Glória Carrate (PMN), Socorro Sampaio (PP), Ademar Bandeira (PT), Jaildo dos Rodoviários (PRP) e Marcelo Ramos (PSB) entraram nos ônibus e cumpriram alguns itinerários para escutar as queixas da população. A fiscalização terá continuidade com os vereadores visitando o terminal 4 (Jorge Teixeira – Zona Leste) para verificar se a totalidade da frota está sendo cumprida. “O objetivo é somar esforços com o Poder Executivo para que os problemas do transporte coletivo, pelo menos, sejam reduzidos. Esse é um problema que não se resolve com pequenas soluções, talvez seja preciso uma nova licitação”, apontam os parlamentares.
Mas esse é um assunto que ainda precisa ser discutido amplamente. Pelo que os vereadores observaram a frota circulou normalmente, “sinal que a ação da Prefeitura está funcionando”, disse Homero de Miranda Leão.
Os representantes do povo iniciaram a fiscalização pelo Terminal 5 (T5), e também estiveram nas garagens das empresas. “Os empresários tentam pressionar o Executivo Municipal a rever à redução da passagem e, com isso, estão prejudicando a população. Não vamos permitir que a sociedade seja boicotada por eles, por isso nossa iniciativa em fazer essa fiscalização”, acrescentou Homero.
“Estamos unindo esforços para evitar que os empresários continuem tentando boicotar a população por causa da redução da passagem. Esse é um comportamento desrespeitoso e inadmissível”, concluiu o parlamentar.

Nova licitação

Na assembléia Legislativa do Estado, o deputado Marco Antonio Chico Preto (PP) voltou a cobrar da Prefeitura de Manaus nova licitação para o transporte coletivo.
Chico Preto cobrou também modernização no processo de administração do sistema, cuja fiscalização ainda é feita na base do ‘olhômetro’.O deputado avalia que os mecanismos de controle eletrônico ainda não chegaram nessa área da Prefeitura. “O serviço ainda é feito de forma arcaica, o que é lamentável”, disse.
Segundo o parlamentar, no momento em que o prefeito Amazonino Mendes reduziu o valor da passagem de ônibus de R$ 2,25 para R$ 2,10, na semana passada, deveria ter sido avisado de que os empresários iriam reagir e a forma encontrada foi reduzir o número de coletivos das ruas. “Agiram de forma mesquinha e malandra, como já fizeram outras vezes, sem, contudo, serem punidos”, comentou.
Como o gerenciamento do sistema ainda não é computadorizado – sem mecanismo eletrônico de controle -, Chico Preto aponta que é fácil o empresário tirar dois ou três ônibus de cada linha, o que reduz seu custo com combustível, e justificar que está trabalhando “normalmente”. “Quem percebe é o povo que fica mais horas nas paradas à espera de um coletivo e quando vem chega superlotado, o que gera constrangimento aos usuários”, frisou.

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