11 de agosto de 2022
Prancheta 2@3x (1)

Vereadores batem boca e pedido de cassação é protocolado na CMM

Clima com ânimos exaltados já faz parte das sessões da Câmara, mas nesta terça-feira, a briga resultou em um pedido de cassação feito por D'Carli

As acusações e palavras de baixo calão dedicadas na tarde da última segunda-feira, 6, pelo vereador Wilton Lira (PTB) a seu colega de plenário Paulo D’Carli (PRTB), ainda podem render muitas dores de cabeça ao petebista. D’Carli ingressou ontem, 7, junto à Mesa Diretora da CMM (Câmara Municipal de Manaus), com um pedido para abertura de Comissão Processante contra Lira, cuja aprovação pode resultar na cassação do mandato do parlamentar.
De acordo com D’Carli, as acusações e ofensas aconteceram durante o encontro do Conselho de Líderes. Ainda segundo o parlamentar, Wilton Lira teria tentado agredi-lo fisicamente, sendo impedido pelos demais vereadores presentes. Mesmo tendo se desculpado durante a sessão plenária de ontem, Lira foi classificado como “descontrolado” e ”totalmente irresponsável”.
“Alguns colegas pediram que eu mantenha a representação até para me resguardar, enquanto outros acreditam que eu vou expor o parlamento. Mas não posso aceitar ofensas contra minha honra e de minha família”, comentou D’Carli.
Já Wilton Lira afirma que tudo não passa de uma forma de punição contra seu pedido para instalação da CPI contra o contrato do Executivo Municipal com a empresa Consladel, o parlamentar advertiu a situação, afirmando que a qualquer momento acionará a imprensa amazonense para “falar tudo o que sabe”.
“Que o vereador faça sua representação. Sou corregedor desta Casa, afasto-me e peço a investigação. Não tenho nada a esconder. Mas se ele continuar com isso, vou reunir a imprensa e mostrar tudo o que está por trás disso”, ameaçou.
O parlamentar disse ainda que “o pedido feito por Paulo D’Carli é a prova de que o vereador que ingressa com pedido de CPI pode vir a ter seu mandato cassado”.
Sem tomar partes, o presidente da Casa, Isaac Tayah (PTB), disse em entrevista aos jornalistas presentes na CMM que vê a briga como “pequena”, e que pretende se reunir com os envolvidos. “Não preciso puxar orelha de vereador, mas pretendo conversar com eles”.

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