15 de abril de 2021

Vereadora cobra construção de mil creches a Amazonino

Uma cidade como Manaus precisa de no mínimo 1,5 mil creches para atender crianças de zero a três anos de idade, ou seja, 50% a mais do que as mil creches que foram prometidas pelo prefeito Amazonino Mendes

Uma cidade como Manaus precisa de no mínimo 1,5 mil creches para atender crianças de zero a três anos de idade, ou seja, 50% a mais do que as mil creches que foram prometidas pelo prefeito Amazonino Mendes, disse ao Jornal do Commercio a vereadora Lúcia Antony (PCdoB). Segundo ela, Manaus possui hoje quatro creches, sendo três conveniadas atendendo em torno de 1,2 mil crianças, menos de 1% da quantidade de crianças que deveriam frequentar creches.
Para a vereadora, a administração Amazonino Mendes deixa a desejar com relação às creches. “Primeiramente averiguemos a promessa de campanha feita pelo prefeito Amazonino Mendes que não foi cumprida, afrontando a Constituição de 1988 pois a creche garante um direito da criança”.
Para Lúcia Antony, a creche não é um direito das mães, como muitos imaginam, mas um direito da criança, a creche é a primeira entrada para a criança ter um contato de educação com qualidade, pois na creche a criança desenvolve sua coordenação motora, suas múltiplas inteligências, começa a se socializar”.
Lúcia explica que proteger, amparar e desenvolver as crianças é o objetivo da creche para que a criança possa chegar à escola em condições de ser alfabetizada de forma adequada. “É preciso cobrar do poder publico a construção das creches. Teremos cinco creches sendo construídas em Manaus em função do PAC, que é um programa do governo federal, mas é preciso que o município faça sua parte também investindo em creches em escolas de horário integral”.
Em defesa de Amazonino, o vereador Wilker Barreto (PHS) rebateu Lúcia Antony dizendo que nenhuma prefeitura do país, nem de um Estado como São Paulo com as suas mil creches, consegue atender suas demandas. “Obviamente que o Projeto Mãe Social teria selecionado mil mães, mas infelizmente o Ministério Público entendeu que não era viável o projeto e, dessa forma, o prefeito Amazonino foi obrigado a recuar”.

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