17 de agosto de 2022
Prancheta 2@3x (1)

Vendas no setor imobiliário crescem em Manaus

O mercado imobiliário em Manaus registrou IVV (Índice de Velocidade de Vendas) de 32,49% no terceiro trimestre de 2011. Dos 3.897 imóveis ofertados entre julho e setembro deste ano, 1.266 foram vendidos

O mercado imobiliário em Manaus registrou IVV (Índice de Velocidade de Vendas) de 32,49% no terceiro trimestre de 2011. Dos 3.897 imóveis ofertados entre julho e setembro deste ano, 1.266 foram vendidos. Os números representam alta de 5,68% no comparativo com o mesmo período de 2010 e de 11,57% em comparação com o segundo trimestre de 2011, quando o índice foi de 29,12%.Os números foram divulgados na manhã de ontem (5) pelo Sinduscon/AM (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Amazonas).
A pesquisa revela que a grande maioria dos clientes procura os imóveis na planta, totalizando 68,96% em vendas, dos 50,01% ofertados. Ainda segundo a pesquisa do Sinduscon/AM, o maior volume comercializado foi dos imóveis com área útil de 50m² até 99m², com IVV de 40,07%. Os imóveis com área útil de 100m² até 149m² ficaram com índice em 33,96%.
Em relação à preferência por número de quartos, o maior índice de vendas é dos imóveis de 3 quartos, com 1.684 unidades ofertadas e 684 unidades comercializadas, resultando em um IVV de 40,62%. Os imóveis de 2 quartos acumularam IVV de 29,59%.
O bairro que teve maior número de unidades ofertadas foi Santa Etelvina, correspondendo a 21,04% do total ofertado. Ainda assim, o maior IVV ficou com o bairro Parque Dez de Novembro com 66,03% das unidades comercializadas, seguido do Aleixo com 57,46% e da Ponta Negra com 41,26%.
O preço médio por metro quadrado dos imóveis com área útil entre 50m² e 100m² é de R$ 3.222,41, com IVV de 44,70%, conforme revelou a pesquisa. A maior concentração desse tipo de imóvel é nos bairros do Aleixo, Vieiralves, Parque Dez, Distrito, Dom Pedro, Parque das Laranjeiras, São Jorge, Cidade Nova, entre outros.
Para o economista Francisco Mourão Júnior, o crescimento no índice de vendas é consequência do controle da inflação e da facilidade de crédito. “As pessoas podem adquirir os imóveis gerais com parcelas que elas podem pagar”, disse o economista.

Queda nas Ofertas

Apesar do crescimento de mais de 11%, a pesquisa mostrou que houve menos oferta e mais procura. De julho a setembro, a oferta foi de 3.897, com 1.266 vendas. No trimestre anterior, a oferta havia sido de 4.135, com 1.204 imóveis vendidos. Já nos meses de julho a setembro de 2010, o número de imóveis disponíveis para venda era de 5.341. Desses, 1.432 foram vendidos.

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