Vendas encolhem 5,22% em novembro

As vendas reais do setor supermercadista em novembro de 2010 cresceram 1,10%, em relação a novembro de 2009, de acordo com o Índice Nacional de Vendas, divulgado mensalmente pela Abras (Associação Brasileira de Supermercados). Em comparação com outubro deste ano, houve uma queda real de -5,22%. No acumulado dos 11 meses do ano, as vendas do setor supermercadista alcançam alta de 4,33%, na comparação com igual período de 2009. Esses índices já foram deflacionados pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), mensurado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Em valores nominais, o Índice de Vendas da Abras apresentou crescimento de 6,80% em novembro, em relação a novembro de 2009, e queda de -4,43% sobre outubro deste ano. O acumulado nominal, nos 11 meses do ano, chega a 9,48%, na comparação com o mesmo período do ano passado.

Mercado interno

“Devemos fechar o ano de 2010 com um crescimento próximo de 4,5%. É um ótimo desempenho. O faturamento do setor cresce ininterruptamente há três anos. Isso mostra que mais gente, principalmente das classes D e E, está entrando no mercado de consumo. Sem dúvida nenhuma, o mercado interno brasileiro mostra-se cada vez mais competitivo. Esperamos que 2011 mantenha essa tendência”, avaliou o superintendente da Abras, Tiaraju Pires.
Em novembro, o AbrasMercado, cesta de 35 produtos de largo consumo, analisada pela empresa de consultoria GfK, apresentou alta de 4,80%, em relação a outubro deste ano. Já na comparação com novembro de 2009, o AbrasMercado apresentou crescimento de 14,85%, passando de R$ 261,61 para R$ 300,47.
Os produtos com as maiores altas em novembro, na comparação com outubro, foram: batata, com 18,28%; carne bovina – traseiro, com 11,07%; e carne bovina – dianteiro, com 9,44%. Já os produtos com as maiores quedas no último mês foram: cebola, com -2,60%; feijão, com -2,54%; e tomate, com -2,53%.
No acumulado dos onze primeiros meses de 2010, as categorias que apresentaram as maiores altas foram: feijão, com 64,6%; queijo mussarela, com 33,5%; e carne bovina – traseiro, com 30,6%. Já os produtos com as maiores quedas no acumulado do ano foram: cebola, com -47,9%; tomate, com -23,1%; e batata, com -6,7%.

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