Venda direta movimenta R$ 7,2 bi

A Abevd (Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas) divulgou os resultados do segmento referentes ao primeiro semestre de 2007.
De janeiro a junho deste ano, o setor de vendas diretas, ou porta à porta, movimentou R$ 7,2 bilhões, um incremento de 12,5% em comparação aos R$ 6,4 bilhões registrados no mesmo período do ano passado.
Cresceu também o volume dos itens comercializados: alta de 11,35% em comparação ao 1º semestre do ano passado –no período, foram vendidas mais de 731 milhões de unidades, ao passo que no ano passado foram 657 milhões.
O presidente da Abevd, Rodolfo Guttilla, comentou os números. “A performance do setor de vendas diretas demonstra a importância do segmento que, mais uma vez, teve desempenho superior ao varejo tradicional. De acordo com estudos da Serasa, as vendas do comércio varejista cresceram 9,6% no 1º semestre de 2007. Descontada a inflação, o incremento real das vendas diretas de janeiro a junho foi de 10%”, disse o executivo.

Segundo a Federação Mundial das Associações de Vendas Diretas (World Federation of Direct Selling Associations, WFDSA, na sigla em inglês), à qual a Abevd é filiada, o Brasil ocupa o 5º lugar no ranking mundial do setor, atrás apenas da Alemanha, Coréia, Japão e Estados Unidos.
No Brasil, os levantamentos trimestrais do segmento apresentam, desde o 3º trimestre de 2002, um crescimento nominal da casa dos dois dígitos. De abril a junho de 2007, o volume de negócios teve alta de 15,35%, enquanto a soma de itens vendidos registrou alta de 14,79%.
O número de revendedores ativos também cresceu, com alta de 11,56% em relação ao mesmo período de 2006.
No semestre, o crescimento do canal de vendas foi de 10,7%, atingindo a marca de 1,6 milhão de revendedores ativos, contingente mais numeroso que a população de Curitiba, capital do Paraná. “Os revendedores são profissionais autônomos, entre os quais muitos exercem uma atividade principal. Mas, devido às oportunidades de trabalho e renda que o setor proporciona, percebe-se maior interesse pela atividade”, comentou Guttilla.
Cada vez mais, as vendas diretas estão presentes na cesta básica dos brasileiros. Uma das razões é o investimento contínuo das empresas associadas à Abevd para oferecer produtos de qualidade e de maior valor agregado. Outra razão é a variedade de artigos que podem ser adquiridos pelo modelo, divididos em cinco categorias: cuidados do lar, cuidados pessoais, suplementos nutricionais, serviços e outros.

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