Ultimamente as empresas têm investido — e muito — em sua imagem perante o público consumidor e o mundo empresarial, utilizando-se principalmente de ferramentas como as páginas de relacionamento, que levam um post a milhares de curtidas em um minuto, cuja relação custo-benefício é considerável diante do baixo investimento monetário quando comparado ao anúncio em grandes veículos de comunicação.

Mas quanto vale uma marca e sua exposição positiva?

Anualmente, as marcas são avaliadas e listadas entre as mais valiosas do mundo, com valores que podem chegar a US$ 206 bilhões, aproximadamente, como é o caso da Apple, ou a US$ 9.4 bilhões, quando avaliadas as nacionais, nesse caso, o Bradesco.

Além da questão financeira, a exposição de uma marca pode levar o consumidor a experiências positivas, como lembranças, memórias afetivas, opinião sobre o produto comercializado por aquele fabricante, se atendeu ou não às suas expectativas e até se vai ao encontro dos valores que carrega consigo.

É o caso, por exemplo, dos produtos veganos, daqueles não testados em animais, se a empresa que o fabrica possui postura flexível com a diversidade, empoderamento feminino, entre outras questões. Talvez, na correria do dia a dia, o consumidor não se dê conta de quantas análises são feitas no momento de escolher um ou outro produto. Mas fato é que essas considerações vêm à tona quando se define comprar um automóvel ou um batom.

O impacto de uma mídia é imediato. Com a ajuda das redes sociais, a velocidade do recebimento de opiniões é praticamente incalculável e pode levar a empresa ao sucesso ou à falência em questão de segundos.

Um exemplo recente, apenas para ilustrar, foram as rescisões contratuais envolvendo diversas empresas, como Desinchá, Hope e Rappi, com a influenciadora fitness Gabriela Pugliese, que publicou em suas redes sociais — com milhões de seguidores — imagens de uma festa em sua casa, descumprindo as recomendações de isolamento social durante a pandemia da Covid-19.

Estima-se que o prejuízo financeiro para a blogueira, além de perder cerca de cem mil seguidores, tenha sido de R$ 3 milhões. Isso porque a atitude praticada vai, inclusive, de encontro aos valores declarados pelas empresas que a patrocinavam e que se sentiram prejudicadas — levando-as a se posicionar e prestar informações ao público consumidor, com o fim de demonstrar que não coadunam com situações como a vivida pela influencer.

Vale esclarecer que não são apenas os empregados ou contratados que devem tomar cuidado com sua vida pessoal, mas também os próprios donos das empresas. Isso porque da mesma forma que podem dispensar os funcionários por justa causa, estes também podem rescindir seus contratos de forma indireta.

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