Turismo na Amazônia recebe investimentos de R$ 58 milhões

O Basa (Banco da Amazônia) planeja investir R$ 58 milhões em turismo na Amazônia em 2008. A iniciativa partiu do próprio banco, que em dezembro de 2007 pediu ao Ministério do Turismo e s secretarias de Turismo dos nove estados da região projetos para o setor de acordo com a vocação turística de cada área. O banco também prevê financiar pequenos investidores.

O prazo para recebimento das propostas terminou nesta sexta-feira e agora o Basa vai analisar os projetos que poderão ser financiados. O gerente de Desenvolvimento Regional do Banco da Amazônia, Oduval Lobato, diz que se aplica pouco em turismo na região, mas o banco pretende apoiar quem quiser investir no setor.

“A Amazônia tem tanto potencial, mas a gente precisa transformar esse potencial em coisa efetiva, que possa gerar todos os benefícios que a sociedade deseja. Tudo que a gente está fazendo é parte da diretriz do Plano Nacional de Turismo. O banco busca parceiros, induz e apóia para eles transformarem essa idéia em coisas reais, em coisas práticas na região”.

O diretor de Financiamento e Promoção de Investimentos do Ministério do Turismo, Alfredo Morais, está otimista. Ele diz que as comunidades tradicionais vão participar da iniciativa, porque o turista também vai procurá-las.

“Uma pessoa que visita outra cidade, outro país, não quer entrar em um shopping center. Vai querer um contato mais próximo da realidade, uma experiência cultural mais rica com as demais localidades da região”.

De acordo com a Paratur (Secretaria de Turismo do Pará), o estado tem cinco ramos principais de turismo: rural, cultural, ecológico, de pesca e de negócios e eventos. O gerente de Negócios da Paratur, Daniel Alves, explica como o estado pretende dinamizar o setor.

“Aqui na Paratur, somos geralmente procurados por empresários que já atuam no setor turístico, ou por pessoas que desejam se tornar empresários dentro do turismo. A idéia é que essas pessoas possam receber orientação da Paratur sobre como podem elaborar seu projeto e, a partir daí, sim, pleitear um financiamento junto ao Banco da Amazônia.

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