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Em 2009, empresas de todos os segmentos enfrentaram problemas econômicos ao redor do mundo. A fórmula da sobrevivência para muitos empresários que de uma hora para outra foram arrolados na grande crise mundial contava com ingredientes simples, porém de grande eficácia. Criatividade, sistemas administrativos inovadores, pessoal qualificado, gestão dinamizada, formas inovadoras de se comunicar com os clientes e modernas campanhas publicitárias, são algumas das ferramentas utilizadas em tempos de crise.

Os maiores Sofrem mais

No segmento automobilístico presenciamos a GM, uma das maiores Montadoras de Veículos do planeta e orgulho dos americanos, estremecer em primeiro de Junho de 2009. A General Motors entrou numa corte de Nova York (EUA), com um pedido de concordata. Tratava-se da terceira maior quebra de empresa da história dos Estados Unidos, atrás apenas do Lehman Brothers e da WorldCom. A derrocada da GM superou até mesmo a da Enron, em 2001, na época o presidente norte-americano, Barack Obama, se pronunciou sobre a concordata da GM. Para ele, a “icônica companhia americana” não poderia ficar sem ajuda, já que uma falência total poderia ter consequências muito além da indústria automotiva.

Em 19 de janeiro de 2010,  a Etic (Enterprise Turnaround Initiative Corp.) entidade apoiada pelo governo do Japão responsável por coordenar processos de recuperação das empresas do país, informou que a JAL (Japan Airlines) pediu concordata. A companhia formalizou a solicitação na Corte Distrital de Tóquio. Maior companhia aérea da Ásia em receita, a JAL pretende revitalizar suas operações não lucrativas por meio de uma injeção de capital da Etic e da redução de sua força de trabalho e suas rotas.
Em 20 de fevereiro de 2010, a empresa teve o registro de suas ações na Bolsa de Tóquio cancelado. A nova diretoria, liderada pelo chairman honorário da empresa de tecnologia japonesa Kyocera, Kazuo Inamori, assumiu a companhia no dia 1º de fevereiro. 

De acordo com os planos, a JAL reduzirá seu capital para zero e pedirá uma renúncia de dívidas no valor de 730 bilhões de ienes (US$ 8 bilhões), além de cortar os custos reduzindo a força de trabalho em 15,7 mil empregados – um terço do total de 47 mil. A Etic decidiu dar suporte à reestruturação da JAL e vai injetar 300 bilhões de ienes na empresa para impulsionar suas finanças e ajudá-la a implementar medidas de revitalização.

O pedido de concordata foi o resultado de meses de negociações entre a JAL, o governo e seus credores para elaborar um socorro à companhia deficitária. Prejudicada por uma queda no número de passageiros em meio à crise econômica mundial, pelo surgimento da gripe suína e por sua relutância em se livrar de rotas não lucrativas, a companhia registrou o maior prejuízo trimestral da sua história, de 99 bilhões de ienes, nos três meses encerrados em junho do ano passado.

Frankfurt – A companhia aérea alemã Lufthansa e o sindicato de pilotos concordaram em suspender a greve deflagrada na segunda-feira, 22, e prometeram retomar as negociações sobre pagamento e segurança no trabalho, segundo informou um tribunal de Frankfurt. Contudo, a companhia informou que o plano de voos alternativos programado para terça-feira será mantido e que as operações serão gradualmente normalizadas a partir de quarta-feira.

Cerca de 4.500 pilotos da companhia cruzaram os braços na segunda-feira, paralisando cerca de dois terços dos voos da Lufthansa causando um transtorno de dimensões intercontinentais para viajantes de todo o planeta.   As informações são da Dow Jones.
A Lufthansa, que normalmente opera 1,8 mil voos diários, incluindo 160 intercontinentais, advertiu que a greve provocará atrasos em saídas domésticas e internacionais, além dos cancelamentos.
Oito voos entre o Brasil e a Alemanha foram cancelados, de acordo com a companhia.

A empresa chegou a oferecer passagens de trem para passageiros de voos domésticos e transferiu passageiros de voos internacionais para outras companhias aéreas.
Os aeroportos mais afetados foram os de Munique e Frankfurt, mas a paralisação também afeta outros, como os de Berlim, Dusseldorf e Hamburgo.
A Lufthansa disse que passageiros com reserva em algum de seus voos no período de 22 a 25 de fevereiro que queiram mudar seus planos de viagem, podem transferir sua reserva gratuitamente para outro voo Lufthansa – desde que a passagem tenha sido emitida antes de 18 de fevereiro, que a nova data de viagem seja anterior ao dia 31 de março e que os locais de origem e destino da viagem não sejam alterados.

Crise econômica

O correspondente da BBC em Frankfurt Steve Rosenberg disse que a Lufthansa tentaria colocar cerca de mil aviões no ar para amenizar o impacto da greve, mas a operação foi cancelada mediante o acordo temporario. Antes do começo da greve, o ministro dos Transportes da Alemanha, Peter Ramsauer, advertiu que a greve vai afetar a economia do país e a reputação da Lufthansa.

A companhia aérea, uma das maiores do mundo e teme que a greve possa custar até US$ 34 milhões por dia.
Assim como outras companhias aéreas globais, a Lufthansa vem sendo afetada pela crise econômica. As vendas nos primeiros nove meses de 2009 tiveram uma queda de 13%.
Além de sofrer o impacto de uma diminuição do número de passageiros, a companhia enfrenta a concorrência de empresas que vendem passagens mais baratas e o alto preço dos combustíveis.

Salário mais baixo

O Sindicato dos pilotos, Cockpit, disse que a Lufthansa está contando cada vez mais com pilotos estrangeiros que aceitam salários mais baixos.
A associação classista receia que a empresa tente reduzir custos com pessoal através da transferência de vagas para suas subsidiárias estrangeiras como Austrian Airlines ou Lufthansa Italia, onde os salários são mais reduzidos.
O salário anual inicial para um primeiro oficial no cockpit da Lufthansa é de 62 mil euros (o equivalente a cerca de R$ 152 mil), e o de capitão é de 115 mil euros (o equivalente a cerca de R$ 282,5 mil), de acordo com o website de recrutamento da empresa.

O sindicato pediu um aumento salarial de 6,4% para os pilotos, maior participação nas decisões da companhia e a garantia de que os pilotos vão manter os seus empregos quando a Lufthansa transferir passageiros para afiliadas estrangeiras mais baratas.

Crescendo em tempos de Crise

Enquanto as gigantes da aviação mundial enfrentam dificuldades financeiras, mais uma vez os brasileiros demosntram que em tempos de crise se cresce, A caçula das companhias aéreas do Brasil, Azul linas aéreas brasileira nasceu em meio a grande crise mundial e avaça no mercado de viagens, em seu segundo ano de operações a empresa se fortalece, o sistema administrtivo da Azul faz o mercado crescer em uma linguagem de inclusão criando alternativas para pessoas que estão voando pela primeira vez em aeronaves 100% brasileiras.

Na madrugada de quinta-feira, os executivos da Azul desembarcaram em Manaus para uma série de reuniões com agentes de Viagens, operadores, imprensa e com o governador Eduardo Braga. O presidente da companhia Pedro Janot e o diretor de Marketing Gianfranco Betting não forneceram detalhes sobre a conversa que terão hoje às 17h com o governador do Estado do Amazonas, mas garantiram que amanhã a imprensa será informada sobre o assunto.

Esta seção é coordenada por José Ribamar Mendes, “O Caboclo”, que é diretor executivo do Hotel Ariaú Towers

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