2 de março de 2021

É induvidoso que atravessamos um período nebuloso e que será de triste recordação… mas nossa razão saberá separar o joio do trigo; ora ajudando-nos a compreender o “lockdown”, ora dando-nos força para superar o impacto causado em nosso “modus vivendi”; notadamente aquele imposto aos idosos com a frase: “fique em casa”… E, assim, enfrentamos e superamos ao longo dos últimos cinco meses todas as dores, a perda da agilidade e até a moleza do nosso próprio organismo. Mas, nós idosos, vencemos porque somos da geração “pós-segunda guerra mundial”, acostumada a superar todos os obstáculos desde que nascemos.

Porém, e os jovens e todos os que pretendiam ingressar no mercado de trabalho? Quais destinos tiveram diante da paralização de todas as atividades? E, por último, o que farão aqueles atingidos pelo fechamento de escolas, faculdades e outro centros de formação profissional? Não estamos somente diante de um período de transição, mas de uma situação equiparada a uma cirurgia oriunda de uma ruptura de ligamentos, gerando a paralização total que nos conduz a uma triste reflexão: que futuro terá os menos favorecidos, mormente diante do contínuo avanço da tecnologia? Serão nossas universidades e demais centros de ensino capazes de contribuir para a elaboração de nova programação que vise dar a todos uma formação técnica ou profissional mais digna? O que fizeram estes gestores nos últimos cinco meses de “férias”?

Ademais, como encarar a atual mentalidade desses jovens diante das incertezas que o futuro reserva a todos? Constituem os jovens o futuro da Nação; ampará-los e direcioná-los ao exercício da profissão que abraçaram ou irão se dedicar deve ser ônus de todos e não somente do poder público.

Sentiram-se confinados e até amordaçados, mas não deixaram de contribuir para a prática de ações sociais durante essa pandemia. E, se antes tinha a Nação um jovem entre 8 fora das escolas, hoje temos 1 em 4; o que bem reflete o resultado da nova política pública e, quiçá, todos os Estados possam não ter menores fora das escolas como nosso  Amazonas; hoje exemplo para o Brasil em vários segmentos: primeiro Estado a recuperar a economia(junho); melhor índice de crescimento nas atividades produtivas desde maio e agora melhor recuperação no segmento de serviços… e os maldosos, ignorantes ou alienados ainda ousam falar mal de um parque industrial vitorioso desde sua implantação e que agora produzirá grãos… Se não nos querem avisem-nos para nossa felicidade plena, até porque integramos o bloco dos poucos Estados que mandam 9 Bi  em tributos arrecadados para o governo federal e só recebemos 3 bi…

Por outro lado, vive a Nação uma polarização de indiscutíveis consequências. Se ela decorre da ignorância de uns; da leviandade ou do oportunismo de outros; se é improdutiva ou de má fé; além do revanchismo dos que não engolem os resultados das urnas; cremos que à sociedade produtiva só resta dela se afastar com serenidade e absoluta certeza de que todos os ataques terão reflexo nas urnas.

O político deve exercer a função que lhe fora dada pelo eleitor com conhecimento de causa e não com atitudes indignas ou até contrárias aos interesses do povo. Se há litígios internos no PSDB,  no PT, no PC do B e outros é questão “res inter alios” para o executivo e o legislativo, até porque estes devem pensar no povo brasileiro e no próprio futuro; além de não participarem deste “reality show” vergonhoso. E, aos petistas que sobraram  restarão decidir entre “a cruz e a espada” que poderá ser a  de Demóstones.      

Por fim, os fatos apontam as tendências de um futuro próximo apesar de certos cenários serem dinâmicos, uma vez que na política nada é perene. Assim, diante do resultado da última pesquisa, vista por nós sempre com as devidas cautelas, não se pode contrariar os números fulcrados em situações claras. Se Bolsonaro melhorara sua imagem em todos os Estados do Nordeste e em outros de nosso Brasil deve-se ao seu trabalho no ano em curso, seja no Congresso Nacional, seja com o término de várias obras e início de outras; dedicando-se à política e abandonando os ataques e as perseguições que sofre diariamente.

A acusação torpe que sofre de parte da mídia muito contribuíra para obter uma aprovação de 37% para ótimo e bom e 27% para regular, ou seja, crescera mais de 10%. O povo começa a constatar que o auxílio emergencial, além da entrega de várias obras, trouxera aos mais pobres condições de vida que nunca desfrutaram. Se o PT conquistara no Nordeste sua vitória anteriormente; hoje “a intenção de votos para Bolsonaro soma 37% contra apenas 13% de Haddad” conforme  Data-Folha. Enquanto, Bolsonaro cresce, a reprovação do Congresso subira para 37% e a do STF oscilara para baixo, aumentando apenas o de ruim/péssimo, de 26% para 29%.

Sem sombra de dúvidas a pesquisa revela, com as devidas reservas, que Bolsonaro não foge à luta; mudara sua conduta para melhor e passara a se valer de outro tipo de agenda onde ignora o STF, deixa a política para os que o apoiam e parte para a construção de um novo Brasil que beneficiará quem produz e quem gera empregos; atendendo as necessidades internas, sem ideologias. Os fatos comprovam esta realidade, corroborada  agora pela atitude do MEC em fornecer internet a alunos de baixa renda para aprendizado online, cujo programa beneficiará 400 mil estudantes de universidades e institutos de ensino. Enquanto Bolsonaro e seus ministros produzem resultados, os derrotados nas urnas querem saber por que a Defesa necessita de verbas? Faz sentido!!!

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