25 de fevereiro de 2021

Trade Turístico local responde pesquisa on-line

Empresários do trade turístico do Amazonas têm acesso on-line à pesquisa ‘Ambiente de Negócios do Turismo no Amazonas’, trabalhada pela Empresa Estadual de Turismo do Amazonas (Amazonastur) até o dia 31 de julho. A previsão é que os resultados da 1ª e 2ª sondagens sejam disponibilizados na segunda quinzena de agosto 2020.

No comparativo entre o primeiro quadrimestre deste ano com o mesmo período de 2019, a redução média do faturamento alcançou 65,78%. No caso de agências de turismo, a redução chegou a 72,09% e no caso de meios de hospedagem, foi estimada em 70%. Os dados foram obtidos, em abril, em sondagem específica em relação à recuperação pós-período da pandemia de Covid-19.

Estudo realizado pela FGV Projetos estimou que as perdas econômicas para o turismo brasileiro em 2020 e 2021 somarão R$ 161,3 bilhões, situação que impacta todo o setor, mas em especial os artesãos, guias autônomos e outros pequenos negócios que operam nessa cadeia. Por outro lado,  especialistas apontam que os destinos domésticos serão a principal opção para os brasileiros nos próximos anos.

De acordo com dados do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), divulgados em maio, o ecoturismo está cada vez mais presente na lista dos destinos preferidos dos turistas. Em 2019, as 137 Unidades de Conservação (UCs) federais receberam mais de 15 milhões de visitas, um aumento de 20,4% em relação ao ano anterior.

Para o estado do Amazonas, o mês de setembro é o começo da alta temporada de pesca esportiva e a Amazonastur espera que esse aquecimento traga novas oportunidade de negócios para o trade.

Sabe-se que o turismo foi um dos setores mais atingidos pela pandemia e neste momento de retomada das atividades com a desaceleração dos efeitos do coronavírus, as informações geradas por meio da 2ª Sondagem da pesquisa ‘Ambiente de Negócios do Turismo no Amazonas’ serão fundamentais para os investidores e para o resgate do fluxo turístico, ressalta a presidente da Amazonastur, Roselene Medeiros. 

“Com esse importante mapeamento, estaremos, também, identificando a percepção mais clara do cenário empresarial e das mudanças que ocorrem no ambiente de negócios, bem como, servirá para medir a atuação da Amazonastur nas dificuldades identificadas”, pontuou Roselene.

Por meio dos dados, os empresários poderão montar estratégias de negócios, conforme aponta o assessor de planejamento estratégico da Amazonastur, Daniel Bernardes. “Nessa 2ª Sondagem que está sendo realizada pelo Amazonas, vamos ter informações mais estratégicas para promover uma retomada sustentável do fluxo do turismo. Um exemplo disso é que a pesquisa indique os principais segmentos que podem ser os indutores de fluxo do turismo, as perspectivas a curto e médio prazos. Isso mostra um caminho que o empresário pode seguir para destinar os seus investimentos e suas ações”, afirmou Daniel.

No resultado da 1ª sondagem, feita em fevereiro 2020, os agentes mostraram confiança para as atividades turísticas deste ano, levados pelo bom desempenho em 2019. No comparativo entre 2019 e 2018, houve aumento do faturamento em 46,15%, da margem de lucro em 35,38% e do número de vendas em 44,62%. Também houve aumento do número de clientes em 52,31%. A perspectiva para 2020 era alcançar uma movimentação de cerca de R$ 700 milhões com a cadeia do turismo.

A Amazonastur apresentou um plano estratégico para reaquecer o setor que será dividido em três pilares: promoção do marketing com um novo portal de Turismo, incluindo roteiros, informações e tudo o que o turista e o profissional da indústria buscam para a retomada das excursões, bem como uma campanha nas redes sociais prevista para agosto; capacitação do trade local e apoio na busca de financiamentos para os empresários; fornecer infraestrutura na manutenção de alguns pontos turísticos.

Como participar – Para participar, os empresários do turismo devem acessar o link bit.ly/2aSondagemAmbNegocios e preencher o formulário on-line, que ficará disponível até o dia 31 deste mês, data de encerramento da pesquisa. O modelo também pode ser acessado no site: http://www.amazonastur.am.gov.br

Amazone-se –  Ontem, (22/07), 17h, a presidente da Amazonastur, Roselene Medeiros, participou ao vivo no Real Time 1 para falar sobre o projeto Amazone-se, que faz parte do plano do Governo do Estado para a retomada do turismo no Amazonas. A live foi transmitida pelas redes sociais do Real Time 1: Facebook e Instagram: @realtimeum YouTube Real Time 1: https://bit.ly/YouTubeRealTime1

As perguntas mais frequentes foram sobre a realização do Festival Folclórico de Parintins em plena pandemia, prevista para 6, 7 e 8 de novembro de 2020

Azul anuncia voos diretos do sudeste para Manaus

A partir de Campinas, os clientes da cidade de Santa Catarina podem se conectar para destinos como Manaus, Belém, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Vitória, Curitiba, Porto Alegre, Florianópolis, Brasília, Goiânia, Recife, Fortaleza e Salvador. Ao todo, são 33 opções de cidades que contam com voos diretos desde Viracopos.

O Aeroporto Internacional de Navegantes, em Santa Catarina, passou a receber mais uma rota da Azul Linhas Aéreas e passa a operar três voos diários (exceto aos sábados) para Viracopos, em Campinas (SP). Esses voos têm operação mista e são realizados com aeronaves modelo Embraer 195 E1, com capacidade para até 118 passageiros, e com o Airbus A320neo, que pode transportar até 174 pessoas.

Turismo em áreas naturais ganha incentivo do Boticário

Os desafios mapeados pela Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza envolvem soluções para observar animais e plantas, novos modelos de negócios que tenham o turismo de natureza no planejamento, inovações que melhorem a experiência do turista e mecanismos que contribuam com o engajamento do visitante a favor da proteção do meio ambiente.

 A fundação aponta quatro grandes áreas que carecem de boas ideias, soluções inovadoras e recursos para alavancar o turismo responsável em áreas naturais do Brasil. Trata-se de uma atividade econômica que precisa de incentivos para aproveitar a mais rica biodiversidade do mundo e mostrar ao visitante as exuberantes paisagens naturais com a mata em pé.

Para chegar ao diagnóstico, a instituição contou com a participação de 483 respondentes em todo o País, que apresentaram 553 desafios relacionados ao turismo em áreas naturais. Essa foi a primeira etapa da “teia de soluções”, um processo de cocriação lançado neste ano com o objetivo de envolver diversos atores da sociedade em busca de soluções que aprimorem o turismo de natureza no Brasil.

O primeiro desafio identificado pela “teia de soluções” é a necessidade de fomentar iniciativas de turismo de natureza que tenham a observação de espécies de plantas e animais e seus hábitats como principal atrativo para o visitante. A segunda demanda identificada relaciona-se com o desenvolvimento de novos modelos de negócio que tenham em seu plano de ação o turismo responsável e com impacto positivo para a natureza. O terceiro desafio busca soluções que melhorem e enriqueçam a experiência do ecoturista.

Interessados podem encaminhar projetos sobre qualquer um dos quatro desafios mapeados, basta descrever a proposta em um questionário e justificá-la com dados, como estimativa de custo, escala de impacto e possibilidade de replicar a ideia em outras regiões do Brasil. O formato de livre participação permite o surgimento e o desenvolvimento de ideias plurais e multidisciplinares.

As inscrições para a segunda fase são gratuitas e seguem até o dia 16/8 no site: http://www.fundacaogrupoboticario.org.br/pt/conservacao-biodiversidade/Paginas/Apoio-a-projetos.aspx#teia

As melhores soluções serão desenvolvidas com acompanhamento online de consultores voluntários e especialistas da Fundação Grupo Boticário para que se tornem economicamente viáveis e replicáveis em grande escala. Ao final desse processo, na última etapa da “teia de soluções”, serão selecionadas as ideias a serem apoiadas. Ao final de quatro etapas, as propostas que estão aliadas ao turismo com a proteção da biodiversidade receberão, ao todo, até R$ 2 milhões para serem viabilizadas.

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