25 de junho de 2022

1º de Maio – Trabalho e empregabilidade: Realidade, perspectivas e desafios

Após enfrentarmos uma das piores crises pandêmicas da história mundial, o Brasil e o resto do Planeta sofreram consequências muito duras em vários aspectos, especialmente pelas vidas perdidas de tantas pessoas em decorrência da Covid – 19, doença decorrente do novo Coronavírus, que surgiu na China e se disseminou em escala global, com alto número de contágio e muitas sequelas e complicações decorrentes. Em países em desenvolvimento, como o nosso, por exemplo; a ausência de um maciço investimento no sistema de saúde ao longo de décadas contribuiu também para o agravamento de toda esta situação; como por exemplo, a ausência de UTIs (Unidades de Terapia Intensiva) em quantidade suficiente para atender a demanda dos hospitais, além de outros insumos necessários que estavam escassos ou em falta, o que foi um fator de piora em um momento tão delicado como o que passamos enquanto Nação durante os picos da pandemia. Todavia, as consequências não se limitaram à saúde. O Brasil, que já vinha tentando se reerguer de uma recessão econômica, viu aumentar sistematicamente o cenário de pobreza, desemprego e miséria.

Ou seja, o mercado de trabalho viu sua competitividade, lucro e consequente oferecimento de oportunidades decaírem de maneira vertiginosa. Porém, com a melhora nas perspectivas, especialmente devido à redução no número de casos de infecção e mortes por Covid–19, a expectativa é de retomada de crescimento e da consolidação de um novo tempo nos âmbitos profissionais, de consumo e de demanda. Mesmo ainda de forma incipiente, a economia já demonstra sinais de reação. Novas configurações de trabalho, serviços e profissões, como por exemplo, a modalidade home office (trabalho remoto ou teletrabalho) e as videoconferências, bem como outras possibilidades na prestação de serviços e nos vínculos de trabalho vieram para ficar, conforme defendem analistas. 

É uma nova realidade empresarial e financeira. E mais do que nunca, é preciso estar atento e estruturar o nosso país para o novo momento macroeconômico existente, que está fundamentado na crescente profissionalização, qualificação e, principalmente, na alta tecnologia. Será cada vez mais natural o trabalho com base no modelo presencial, remoto e híbrido (presencial e remoto), por exemplo; mais uma mudança de paradigma impulsionada pelas novas circunstâncias. Para se adequarem e sobreviverem nesse novo momento, é preciso que os profissionais, trabalhadores e organizações se reinventem, inovem, estejam alinhados à atualidade da vida, das atividades laborais e às novas expectativas, características e exigências dos consumidores. 

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