5 de março de 2021

TJ determina restabelecimento imediato de oxigênio a hospitais do AM

O Juiz plantonista de direito Cezar Luiz Bandiera em razão da falta de oxigênio nas unidades de saúde da capital Amazonense determinou que a empresa White Martins deve restabelecer de forma imediata o fornecimento de oxigênio para as unidades hospitalares do estado do Amazonas.

O descumprimento da decisão incide em multa no valor de R$ 100 mil reais a cada hora, caso o insumo não seja fornecido.

Além disso, o juiz também determina que a empresa amplie a planta produtora no distrito industrial, aluguel de mini usinas, fretamento de aeronaves para transporte de cilindros de oxigênio, ampliação para 24h de produção, além de conversão de cilindros industriais para cilindros a serem utilizados em âmbito hospitalar. 

A determinação foi publicada na noite da última quinta-feira, (14), para cumprimento imediato. 

Nota da White Martins.

A empresa White Martins através de nota ressaltou que nos últimos 15 dias aumentou três vezes sua produção chegando a 70 mil metros cúbicos por dia, apesar de o pico de produção ser de até 25 metros cúbicos. 

Além disso, a empresa reforçou equipamentos de produção e de logística e pessoal, a fim de atender as unidades hospitalares inclusive com auxílio de outros estados e até mesmo de importação do produto da Venezuela.

A White Martins ressalta que está comprometida com o fornecimento de oxigênio para os hospitais mesmo devido a alta demanda. 

“Diante da presente situação de força maior, mesmo com todos os esforços e com a implementação desta série de medidas emergenciais, ainda não é possível suprir toda a demanda de oxigênio crescente e jamais vista na região. Ciente de seu papel social, a White Martins segue buscando incansavelmente soluções em todas as instâncias. 

A empresa reforça mais uma vez a importância de continuar trabalhando em conjunto com todas as esferas do poder público, do setor privado, dos fornecedores de gases medicinais e da sociedade para enfrentar uma das maiores crises sanitárias da história”.

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