Títulos de capitalização faturam R$ 5,5 bi até julho, alcançando crescimento de 10%

O mercado de títulos de capitalização mantém ritmo de expansão na economia brasileira. De acordo com a Fenacap (Federação Nacional de Capitalização), o faturamento acumulado do setor bateu R$ 5,5 bilhões até julho. O desempenho é 10% superior ao registrado no mesmo período de 2008. A receita apenas do sétimo mês do ano é de R$ 841,1 milhões, já as reservas somaram R$ 14,1 bilhões, uma ampliação de 10% sobre o ano passado.
Segundo o diretor-executivo da federação, Hélio Portocarrero, este cenário reforça a valorização dos consumidores em utilizar a capitalização como alternativa para poupar de maneira segura e programada. “Vivenciamos um momento muito positivo, com uma média de faturamento mensal acima de R$ 800 milhões. Esse resultado indica também que os produtos de capitalização estão, cada vez mais melhores, atendendo as necessidades dos clientes”, destacou o executivo.
Na classificação nacional, São Paulo corresponde a 36% do setor, com R$ 2 bilhões de receita até julho. O Rio de Janeiro ocupa a segunda posição com a fatia de 10% do mercado e R$ 568 milhões faturados. Já Minas Gerais detém 9% do segmento e totaliza R$ 496 milhões.
Impulsionada pelo crescimento do setor, a Fenacap foi criada em 2007 para consolidar o papel da capitalização para o segmento financeiro e para servir de alternativa de poupança para os brasileiros. A entidade, que reúne as 11 companhias atuantes no setor, chegou para dar continuidade aos trabalhos desenvolvido da Comissão de Capitalização da Fenaseg (Federação Nacional das Empresas de Seguros Privados e Capitalização), cujo papel era organizar iniciativas e realizar ações que tornassem a sistemática do produto de fácil compreensão e com a máxima transparência para o consumidor.
Como resultado de anos de dedicação e trabalho, em maio de 2008, a Susep (Superintendência de Seguros Privados) -órgão responsável pela regulamentação e fiscalização do mercado– aprovou a segmentação dos títulos de capitalização que passam a ser divididos nas seguintes modalidades: “Tradicional” -com retorno do valor pago ao final de um período, corrigido monetariamente-; “Compra Programada” -voltado para a aquisição de bens-; “Popular” -produto com foco no aspecto lúdico dos sorteios-; e “Incentivo” -usado como incentivo à comercialização de bens e serviços.

Qual sua opinião? Deixe seu comentário

Gostou do Conteúdo? Assine nossa Newsletter

Compartilhe:

Facebook
Twitter
LinkedIn
Telegram
WhatsApp
Email

Compartilhe:

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no telegram
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no email