Ticket aposta em cartão de Natal para faturar R$ 60 milhões

Não é lei, como o 13º salário, mas é quase uma obrigação: chega o final de ano e todas as empresas, de todos os portes, presenteiam seus funcionários com cestas de Natal. Porém, a logística que envolve este “mimo” pode ser muito trabalhosa. Já imaginou metade dos funcionários de sua empresa levando uma enorme caixa para casa? E, se estes funcionários utilizam transporte coletivo? Imagine então 200 caixas guardadas na sala de reuniões da empresa, no momento em que chega um cliente para fechar novos contratos?

Por este motivo, a Ticket, pioneira e especializada no mercado de refeição e alimentação-convênio, iniciou neste mês as vendas do Ticket Alimentação de Natal. O objetivo é oferecer uma solução prática e de logística acertada, que possibilita às empresas que a adquirem e oferecerem um presente de fim de ano diferenciado, e que pro­porciona liberdade de escolha ao funcionário.

Disponível ao mercado desde 2001, o Ticket Alimentação de Natal – em formato cartão magnético – vem com crédito determinado pela empresa-cliente, com o qual o colaborador pode comprar alimentos in natura em mais de 80 mil estabelecimentos em todo país. “Além da praticidade, segurança (cartão com senha), comodidade e agilidade, o trabalhador tem a vantagem de poder escolher os produtos que irão compor a sua ceia, enquanto a empresa economiza com a logística gerada pelas caixas das tradicionais cestas de Natal”, explica Maximiliano Fernandes, ge­rente de Produtos da Ticket.

Outra vantagem é que a empresa não precisa ser cliente Ticket para solicitar o Ticket Alimentação de Natal. A ­organização interessada liga para a Central Ticket de Atendimento ao Cliente no número 4003-8989 (de capitais e regiões metropolitanas, de outras localidades devem discar o código de sua operadora local e o DDD da capital de seu Estado) e fazer o seu pedido.

A campanha, composta por e-mails marketing, malas-diretas e banners eletrônicos, este ano começou mais cedo, com o mote “Uma cesta de fim de ano que cabe no Bolso”. A expectativa da empresa é que, em 2007, o produto gere um volume de negócios da ordem de R$ 60 milhões entre os meses de setembro e dezembro. O sucesso deste benefício demonstra a crescente preocupação das empresas em va­lorizar seus colaboradores.

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