Especialistas em varejo apostam que a Black Friday deste ano, em 27 de novembro, não será como as outras. O comércio online deve roubar o protagonismo das lojas físicas porque o brasileiro nunca comprou tanto pela internet.

Eles também esperam uma participação bem maior dos negócios de pequeno porte, que têm recebido incentivos para entrar no universo digital.

Mas pequenos lojistas não têm como competir com os grandes na questão de preço. A melhor estratégia, diz Edgar Neto, consultor de negócios do Sebrae, é “garantir atendimento eficiente e caloroso, como oferecer um canal de videochamada para tirar dúvidas”.

Para Fernanda Bromfman, que responde pela área de varejo para PMEs do Google Brasil, os pequenos podem focar entregas sem custo, por exemplo. “Eles são mais ágeis e têm mais facilidade para oferecer entregas rápidas e gratuitas na própria região.”

O empresário também deve colocar sua marca em evidência nos canais digitais. O Google Meu Negócio e o Google Shopping são opções gratuitas para isso.

Soluções improvisadas, como pedir ajuda a amigos e parentes para reforçar a equipe de atendimento, devem ser evitadas. “O empreendedor precisa estar preparado para atender clientes que vão fazer perguntas técnicas”, diz Neto.

As ações têm que ser planejadas com base no tamanho do estoque e na capacidade de atendimento do negócio, para que o empresário possa cumprir tudo que promete.

A base de clientes também deve ser privilegiada, com pré-vendas exclusivas, que podem começar antes da data. E as promoções podem ir além da Black Friday, aproveitando a sazonalidade, diz Bromfman.

Fonte: Folhapress

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