Temor de calote cresce em bancos públicos

Os bancos públicos, que avançaram no vácuo deixado pelas instituições privadas, tiveram de acelerar a constituição de provisões e estão quase sem gordura adicional caso ocorra uma piora na inadimplência, segundo analistas.
No último trimestre do ano passado, a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil decidiram fazer provisões extras, acima do mínimo exigido pelo Banco Central com base na avaliação de risco de cada cliente. No total, a Caixa provisionou R$ 1,261 bilhão no período, sendo que R$ 635 milhões adicionais ao mínimo exigido.
Seis meses depois, foi necessário elevar as reservas em mais R$ 1,548 bilhão. A diferença é que, neste ano, não há gasto extra por precaução.
Segundo analistas, o atual nível de provisionamento indica que a piora na qualidade da carteira era uma expectativa que está se concretizando. Aumento da provisão consome parte do lucro que o banco tem com as suas atividades.

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