Tecnologia e redes da internet levam pessoas de volta ao boca a boca

A internet e as redes sociais estão fazendo as pessoas voltarem à comunicação boca a boca. A frase, que pode parecer contraditória, foi dita por Rahaf Harfoush, uma das assessoras da campanha online de Barack Obama à presidência dos Estados Unidos, em 2008.
Rahaf, em uma entrevista ao jornal espanhol El País, disse que as pessoas se guiam pelas opiniões do ambiente que as cerca, como conversas com um familiar, amigo, vizinho, bem mais do que pelas opiniões de um especialista ou de alguém que aparece na televisão. Por isso, na opinião de Rahaf, a tecnologia não é o  item mais importante, mas sim a estratégia, para obter o sucesso em campanhas como a de Obama.
“É fácil criar perfis, conseguir amigos no Facebook ou manter blogs. Mas o objetivo da estratégia que traçamos era  fazer  com que as pessoas saíssem às ruas e votassem. Se todo esse esforço na rede não se houvesse traduzido em votos não teria valido nada”, afirmou.
A jovem de 26 anos acaba de publicar o livro “Yes, we did” (do inglês “Sim, nós fizemos”), como uma alusão ao slogan de Obama, “Yes, we can” (Sim, nós podemos). Na obra, Rahaf remonta a estratégia usada na campanha de forma a adaptá-la ao mundo dos negócios.
“Nem os governos nem as empresas controlam a mensagem. Na internet, as pessoas têm agora o poder de colocar um vídeo no YouTube ou mandar uma mensagem pelo Twitter para denunciar uma repressão, como aconteceu no Irã, ou criticar um produto”, disse ela.

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