Taxa de desemprego é estabilizada em Agosto

Dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a partir de pesquisa em Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo apontam para esta estabilidade.
A taxa ficou 1,1 ponto percentual abaixo da apurada em agosto do ano passado. Já o rendimento médio caiu 0,5%, pelo terceiro mês consecutivo, entre julho e agosto.
A população ocupada nas seis regiões subiu 2,5%. O número de desempregados no total das seis regiões atingiu 2,2 milhões de pessoas.
O contingente de trabalhadores com carteira assinada no setor privado mostrou alta de 2,5% em relação a julho e alta de 7% em relação ao mesmo mês do ano anterior.
A geração de postos de trabalho em julho não foi suficiente para absorver o contingente de trabalhadores que procurou emprego no período, segundo o IBGE.
O Instituto também divulgou que a massa real de rendimento da população ocupada atingiu R$ 23,2 bilhões nas seis regiões em julho. O número representa uma alta de 1% sobre junho -o dado é divulgado com um mês de defasagem- e um avanço de 3,8% sobre igual mês de 2006.
O rendimento médio apresentou baixa em agosto em relação a julho. O salário foi estimado em R$ 1.109,40. Em relação ao mesmo mês do ano passado, a renda subiu 1,2%.

Crescimento recorde

A criação de vagas com carteira de trabalho assinada foi recorde nas seis principais regiões metropolitanas do país em agosto. O contingente de trabalhadores formais no setor privado subiu 2,5% entre julho e agosto, o que significa a maior alta desde o início da série em 2002, aponta a Pesquisa Mensal do Emprego, realizada pelo IBGE. Na comparação com o mesmo mês do ano passado, as vagas de trabalhadores com carteira subiram 7%, a maior expansão desde maio de 2005. A melhora no cenário econômico, aliada a maior fiscalização e maior escolaridade das pessoas no mercado de trabalho, explica o movimento. Os setores que mais abriram vagas em agosto foram o de Serviços Prestados a Empresas, que contém o Serviço de Intermediação Financeira, Indústria e Outros Serviços, que tradicionalmente pagam melhor.
A alta do emprego formal foi generalizada -a exceção coube à região metropolitana de Belo Horizonte- e abrangeu quase a totalidade dos postos de trabalho criados. Em agosto, o IBGE constatou um acréscimo de 217 mil pessoas no contingente dos ocupados, todas formais. Já na comparação com o mesmo mês do ano passado, pouco mais de meio milhão de pessoas entraram no mercado com carteira de trabalho assinada, quase 100% do total de vagas abertas (594 mil). “É um resultado muito positivo e muito favorável, mas ainda temos um déficit muito grande, o número de pessoas trabalhando na informalidade é muito alto, o número de pessoas que não estão contribuindo para a Previdência é muito alto”, afirmou.

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