Vista antes como uma mera retórica de ambientalistas entusiastas e sonhadores, a economia verde começa a ditar a ordem nas prioridades dos investimentos das grandes potências mundiais. No centro das discussões do aquecimento global estão os países emergentes, como o Brasil, apontados como um dos maiores responsáveis pelo aquecimento global, que tanto preocupa os cientistas em todo o planeta. Dentro desse cenário, a Amazônia é principal tema das discussões, já que detém riquezas incalculáveis e abriga diversas cidades em franco desenvolvimento, tornando-se assim, a maior preocupação brasileira.
Depois dos apelos das entidades preservacionistas que ecoaram em todo o mundo, os cuidados com o capital natural se transformaram hoje numa exigência para a liberação dos recursos estrangeiros que alimentam as nações mais pobres. Os gritos de preservação da natureza chegam de toda parte, persuadindo os mais diversos segmentos de mercado a conservar áreas verdes, ao contrário de épocas passadas, quando o desenvolvimento estava focado apenas em produzir de forma desenfreada para o consumo, sem muita preocupação com os impactos ambientais.
Reféns que são das economias do primeiro mundo, os países emergentes são obrigados a adotar políticas mais efetivas em defesa do ambiente. Assim, ou cedem à pressão internacional ou, se preferirem, resistem, ficando à mercê das restrições impostas para a captação de novos investimentos. Reunindo uma rica, ou senão a maior biodiversidade da terra, a Amazônia está sob o olhar cerrado das economias mais fortes do mundo, que exigem a preservação ambiental como um compromisso efetivo para viabilizar novos empreendimentos na região.
Ganhando a cada dia mais adeptos no mundo, esse discurso verde dos ambientalistas que invade todos os estratos sociais deve ficar mais evidente, em 2014, na atividade econômica do Amazonas, onde a ZFM (Zona Franca de Manaus) é vista como um grande trunfo para atração de recursos estrangeiros, porque promove o desenvolvimento, gera emprego e renda, sem a necessidade de levar o homem a derrubar a floresta para sobreviver, segundo consultores econômicos.

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