Suframa anuncia “mudanças profundas”

Autarquia trabalha novas diretrizes para o CAS e ocupação do Distrito Agropecuário

O superintendente em exercício da Suframa, Gustavo Igrejas, disse ontem na Aleam (Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas), durante a Sessão Especial em comemoração aos 55 anos da Fieam e aos 36 anos do Cieam, que a Suframa terá boas notícias a dar para a indústria regional, em breve, uma vez que a autarquia trabalha intensamente na reformulação de quatro marcos regulatórios de interesse para a classe empresarial e investidores do PIM (Polo Industrial de Manaus).
Dois deles estão relacionados às normas de ocupação do Distrito Industrial de Manaus e do DAS (Distrito Agropecuário da Suframa), enquanto um terceiro diz respeito à destinação de recursos em Pesquisa & Desenvolvimento captados junto às empresas que produzem Bens de Informática no PIM.
O último, mais amplo, refere-se à Resolução 203, do CAS (Conselho de Administração da Suframa), que regulamenta todo o processo de apresentação, análise, aprovação e acompanhamento de projetos industriais. “Essa é uma boa notícia para a classe empresarial. São mudanças muito profundas que buscaremos realizar nesses normativos e que vão com certeza facilitar a vida do empresariado e trazer maior transparência às ações da Suframa. No caso específico da Resolução 203, em quase 20 anos nunca houve uma alteração tão profunda visando à desburocratização das normas e dos procedimentos”, disse. “Essas mudanças estão em fase de estudo jurídico e pretendemos levá-las para discussão no próximo dia 27 de agosto, quando está prevista a reunião do CAS”, complementou.

União
Por fim, após comentar os diversos desafios da gestão da Suframa que foram solucionados nos últimos meses e outros que ainda estão em processo de resolução, o superintendente afirmou que, em um momento em que o país como um todo passa por uma crise econômica, a união de forças faz-se ainda mais importante. “Face à crise que enfrentamos no Brasil inteiro, face aos problemas que temos rotineiramente, somente com a união das classes empresariais, das classes trabalhadoras, da classe política, dos órgãos de governo e da sociedade como um todo é que vamos conseguir sair desse momento difícil”, afirmou Igrejas.

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