Subsidiária da Xiaomi lança ducha que filtra cloro e bactérias

Em tempos de quarentena contra o novo coronavírus (SARS-CoV-2), a Xiaomi aproveita para promover alguns gadgets que, bem, podem fazer sucesso nesse momento em que a população está mais atenta com a higiene pessoal. Um deles é a ducha que vem com um sistema de filtro antibacteriano e anticloro.

A novidade faz parte da subsidiária Diib e o design do produto chama a atenção porque parece um espelho de mão — ou uma lupa. A água sai por 40 pequenos orifícios, de 0,25 mm cada, “o suficiente para garantir um jato substancial mesmo quando a pressão na rede não é ideal”. Como dá para notar a novidade vem com uma atenção especial para as cores, em rosa, branco e preto.

O interior da ducha Diiib é feito de uma liga de aço inoxidável, que a empresa garante ser resistente à corrosão, o que garante o visual em dia por bastante tempo. O sistema de filtragem é duplo e promete bloquear 99% das bactérias, cloro e quaisquer pequenas impurezas dissolvidas na água. A troca do filtro deve ser realizada a cada dois meses.

Os modelos branco e rosa custam 69 iuanes (R$ 51 na conversão direta) e preto sai por 79 iuanes (R$ 58). Para usar é preciso comprar mangueiras adicionais, a 109 iuanes (R$ 80) nas cores branca e rosa e 129 iunes (R$ 95) na preta. Quem quiser pode também escolher uma caixa com mais três filtros, por 119 iuanes (R$ 87,5). Está disponível na plataforma de crowdfunding Xiaomi Youpin.

Microsoft planeja usar o cérebro humano para minerar criptomoedas

Crédito: Divulgação

A Microsoft registrou um pedido de patente no mínimo curioso. No documento "Sistema de criptomoeda usando dados sobre a atividade corporal", a gigante de Redmond descreve como está trabalhando em um algoritmo que utilizaria ondas cerebrais e outros dados biométricos, como o fluxo sanguíneo e a temperatura corporal, para minerar criptomoedas numa espécie de mineração subconsciente.

A Microsoft faria uso de sensores que seriam alocados no corpo de uma pessoa que, por sua fez, realizaria uma série de tarefas fornecidas por um provedor de informações e serviços para que suas ondas cerebrais e mudanças do fluxo sanguíneo começassem a agir. Logo depois, esses dados seriam enviados para um computador, que faria uma espécie de "tradução" das ações desse indivíduo para substituir as ordens de um trabalho de computação que faz a mineração.

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Ainda de acordo com a patente, o sensor seria capaz de detectar diferentes ondas cerebrais, incluindo os sinais gama e beta, que envolvem aprendizado, memória e pensamento lógico, e alfa, relacionadas ao subconsciente. A Microsoft lembra, no entanto, que o trabalho realizado pelos indivíduos será "inconsciente", o que sugere que as ondas cerebrais do tipo alfa serão as mais utilizadas e farão seu serviço enquanto a pessoa foca o consciente em outras atividades.

Estudos descobrem nova via de entrada do coronavírus no corpo

Dois estudos do Instituto Italiano de Tecnologia (IIT) descobriram que o novo coronavírus (Sars-CoV-2) tem uma segunda via de entrada nas células do corpo humano, além da conhecida Ace2: o receptor de ácido siálico, presente nos tecidos das vias aéreas altas.

O receptor é usado também por outro vírus, o Mers-CoV, que causa a Síndrome Respiratória do Oriente Médio, que também provocou uma epidemia em 2012. Segundo as pesquisas, depois que o Sars-CoV-2 entra no organismo para reproduzir-se, ele usa diversas proteínas, entre as quais, algumas comuns do vírus da imunodeficiência humana (HIV).

A descoberta feita pelos estudos, que ainda precisam de mais testes para serem confirmados pela comunidade científica, abre novas possibilidade sobre o nível de contágio do novo coronavírus e sobre o uso de novos medicamentos.

"Nós desenvolvemos um novo modelo preditivo para entender como as proteínas na superfície do vírus interagem com os receptores humanos", explica o diretor do IIT, Giancarlo Ruocco.

No primeiro estudo, feito na capital italiana com o apoio da Universidade Sapienza, os pesquisadores analisaram as interações da proteína Spike, com a qual o vírus conecta o receptor Ace2 (o mesmo usado como alvo pelos medicamentos da família sartan e anti-hipertensivos), e confrontaram a sua capacidade de permanecer conectado. Com surpresa, os estudiosos viram que essa capacidade era muito inferior àquela do vírus da Síndrome Respiratória Aguda Grave (Sars). Por isso, tiveram a ideia de buscar um segundo receptor envolvido."Nós vimos assim que, além de se servir de algumas proteínas já conhecidas e comuns em outros vírus, que ele pega algumas outras específicas. Nessas últimas, uma dezena são compartilhadas com o vírus do HIV", precisa Tartaglia.

A sugestão dos pesquisadores é "tentar usar, entre os antivirais desenvolvidos nos últimos anos contra o HIV, aqueles que agem de maneira pontual em cima dessas proteínas.

Fonte: Lilian D´Araujo

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