Inverter os fatos desde sua origem sempre fora um meio de defesa própria dos arrogantes, que perdidos em suas atitudes, buscavam influir na classe dos menos favorecidos. Hoje, custa-nos crer que depois dos atos perpetrados pelos Ministros Alexandre de Morais e Celso de Melo, ainda venham estes e outros alegarem que a autonomia dos poderes é preceito constitucional a ser respeitado. De quem partiram as violações? Basta de cinismo porque o povo está atravessado com o STF e não é sem razão. As críticas mais veladas apontam o STF com “um bando de egocêntricos apátridas… que não tem grandeza moral, aproveitadores das carcaças de um país apodrecido pela corrupção, cujos políticos ladrões são amparados pelo foro privilegiado, pela lentidão planejada da justiça e pela fraqueza moral que impera principalmente naquela corte” conforme Carlos José Ribeiro do Val.

Por outro lado, não vimos motivos para o sr. Bonner encontrar-se abatido, mas pessimista sim; uma vez que por ter sido “pau mandado” dos patrões ingressara por um caminho sem volta, pelo qual se afastara do dever de investigar, informar sem o viés socialista e reconhecer os méritos de quem vencera as eleições e que hoje possui mais de 70 milhões de votos. Se integrasse uma organização independente não participaria da divulgação de notícias repugnantes como “Bolsonaro abraçou seus seguidores; coçou o nariz; não usou máscaras, etc.”. É de se indagar porque Bonner não informa que “a CEF pagou R$ 70,8 Bilhões de auxílio emergencial a 56,9 milhões de brasileiros necessitados…”. Não há nenhum ato de ameaça à liberdade de imprensa, tanto que as emissoras de TV e a imprensa derrotada nas urnas diariamente ofendem Bolsonaro, veiculam matérias de conteúdos sórdidos, ou seja, denigrem sua imagem, manifestando seus rancores e revelando todos seus sentimentos de ódio, como se isto fosse “liberdade de expressão”, quando na verdade são atos dolosos que geram a revolta do povo brasileiro. Esperar o que de uma imprensa cuja intenção é bater no Presidente, ignorar a realidade e violentar a consciência dos humildes ao invadirem seus lares com uma proposta desagregadora, contrária ao instituto da família e aos princípios que norteiam a boa formação moral e o caráter dos jovens: futuro da nação, fruto da invasão de privacidade. Manipular os indefesos e enviar para o exterior fato de conteúdo distorcido é próprio daqueles que revelam as intenções antipatriotas, abusando da liberdade de expressão.

Bolsonaro não é autoritário, mas é perseguido pelos assassinos do futuro da Nação, destruidores de ideais que se utilizam de meios torpes para a consecução de seus fins. Por isso, hoje são desprezados pelo povo brasileiro que exige mais respeito dessa imprensa corrompida, bem como desse STF que não sabe o que é construir uma Nação sem corrupção, sem os hipócritas  e sem os que desejam destruir a democracia, violando constantemente o princípio da independência dos poderes. Aguardemos o fim dos cúmplices do populismo, dos inimigos do progresso e daqueles que deixaram um legado: “País destruído”. Com certeza chegamos ao fundo do poço.

*José Alfredo Ferreira de Andrade é escritor e ex-Conselheiro Federal da OAB/AM nos Triênios 2001/2003 e 2007/2009 – OAB/AM A-29  

Fonte: Alfredo Andrade

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