Sinésio defende bancada do Amazonas e diz que senadores são eficientes

Insinuações sobre a ineficiência da bancada federal do Estado do Amazonas no Congresso Nacional feitas à imprensa na última segunda-feira (20) pelo senador Demóstenes Torres (DEM-GO), durante participação no I Congresso Mestiço Brasileiro na Assembleia Legislativa, foram rechaçadas ontem (21) por um cordão de deputados estaduais sob o comando do líder do governo na ALE, Sinésio Campos (PT).
Da tribuna, Sinésio refutou críticas de Demóstenes à bancada, a qual, de acordo com o parlamentar goiano, não está sabendo reagir à Medida Provisória 534, que desonera a produção de tablets em todo o território nacional, e garantiu possuir informações de que o ministro de Ciência e Tecnologia, senador Aloízio Mercadante (PT-SP), articula em Brasília mudanças na legislação que disciplina a produção de componentes no país, o que seria altamente prejudicial ao Parque Industrial de Manaus-PIM.
Sinésio considerou injustos os ataques de Demóstenes Torres e salientou que os três senadores e os oito deputados federais amazonenses atuam com competência no Congresso Nacional e desenvolvem grandes ações junto ao Palácio do Planalto para evitar prejuízos às vantagens comparativas da ZFM na questão dos tablets.
Para ele, o fato de o relator da MP 534 no Senado ser um representante amazonense, Eduardo Braga (PMDB), comprova a força e o prestígio da bancada e favorece o Estado na disputa com outras regiões pela produção de bens de informática no âmbito do PIM.
O discurso de Sinésio destacou as boas relações do Palácio do Planalto com o Amazonas desde o período Lula e contou com a solidariedade de quatro deputados do PMDB, Belarmino Lins, Marco Antônio Chico Preto, Vicente Lopes e Washington Régis, além de Conceição Sampaio, do PP, e Abdala Fraxe, do PTN, que criticaram as manifestações de Demóstenes Torres e repudiaram a sua intromissão nos assuntos políticos do Estado.
Na contramão dos deputados situacionistas, o líder do PSB na ALE e oposicionista, Marcelo Ramos, pediu “reflexão” às colocações de Demóstenes Torres e acusou os três senadores amazonenses Eduardo Braga (PMDB), Vanessa Grazziotin (PCdoB) e João Pedro (PT) de terem votado a favor da MP 517/11, também prejudicial à Zona Franca de Manaus.

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